Trabalhar em casa: trocando o décimo terceiro pela liberdade

É bem isso aí. Ao optar por trabalhar em casa (leia-se empreender), você abre mão de uma série de “benefícios”. Não tem plano de saúde, nem odontológico, férias remuneradas, horas extras (remuneradas né, porque horas extras têm várias), nem décimo terceiro.

É… muito sangue frio nessa hora. Não adianta, quem tem veia empreendedora não consegue ficar muito tempo em uma empresa, quer logo fazer a sua. Longe de querer dizer que trabalhar em uma empresa é ruim, mas é que o sentimento é diferente. O “fazedor” quer ser seu próprio chefe, fazer seus horários, colocar suas ideias em prática.

Tem seu preço, é uma montanha russa. Vou te dizer, tem meses bons, meses ruins, meses péssimos. Tem que arcar com o risco. Tem que respirar fundo, fazer yoga, ler umas frases motivacionais. Peraí… mas eu também fazia isso quando trabalhava “fora”. Só que também não era dono do meu próprio nariz, da minha agenda, das minhas causas.

A famosa estabilidade tem um preço, e muitas vezes você paga com a própria saúde. É como a gente diz, de que adianta ganhar o dinheiro do remédio? O melhor é não ficar doente. E, para isso, você pode até ter que baixar o custo de vida, rever algumas coisas (pelo menos no começo) e respirar fundo – de novo.

Se o seu DNA empreendedor mora aí dentro de você, uma hora ele vai começar a gritar e você vai ter que mudar. E mudar para sempre. Uma vez no home office, com sua iniciativa própria, podendo demitir clientes inconvenientes, podendo dar atenção ao que realmente importa, podendo colocar energia no seu negócio (SEU, não dos outros), não tem mais volta. Nem que você aperte dali, mude de lá, você não vai querer abrir mão desse grande “privilégio”. Sim, troco todas as regalias de uma carteira assinada pelo grande benefício que é ter liberdade.

Free as a bird

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