Quatro tendências em trabalho remoto que impactam todos os negócios

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Trabalhar de forma remota é tendência no mundo todo. Está aí a pesquisa realizada pelo Ziff Davis Inc. para comprovar. O material foi enviado pelo especialista em TI, Guy Manuel, grande defensor do modelo de trabalho remoto.

As tendências confirmam o que sempre falamos: hoje os tempos são outros, a tecnologia permite maior mobilidade e os velhos modelos de trabalho estão sendo revistos, especialmente pelas novas gerações.

Acompanhe as quatro tendências mostradas na pesquisa:

Globalização

Hoje, muitas empresas precisam contar com uma presença global para explorar novos mercados, menos saturados. Para entrar nestes mercados com sucesso, é preciso contar com uma presença local, seja para estabelecer parcerias ou para atender os clientes diretamente. Neste caso, a empresa pode optar por abrir um escritório local ou, com custos ainda mais reduzidos, contar com trabalhadores home-based.

Empresa virtual

Tem tudo a ver com a tendência acima e também é um modo eficiente de escalar um negócio. Através de ferramentas como videoconferências e VoIP, muitas empresas podem contar com trabalhadores remotos, inclusive em âmbito internacional, ao custo de uma conexão de internet. A palavra-chave aqui é flexibilidade, e as empresas podem escolher com mais agilidade e economia quando entrar ou sair de um mercado de acordo com a demanda. Assim, não é mais necessário se preocupar com aluguel de espaços, e sim se concentrar em encontrar expertise em um trabalhador remoto. Mais importante, qualquer porte de empresa pode ser virtual, fazendo da globalização uma estratégia viável.

Redução de custos

Quando mencionamos mercado global, devemos lembrar que a economia anda enfraquecida em outras partes do globo. Para manter-se competitivo em seu negócio, é preciso contar com preço mais baixo. Por isso, a redução de custos se faz presente na pauta das empresas.
Para a maioria delas, custos trabalhistas constituem os maiores gastos, se não o maior. Aí é que entram os funcionários home-based, que podem tanto ser contratados por um período determinado como trabalhar meio-período para a empresa. Mesmo quando contratado, o funcionário que trabalha em casa economiza para a empresa, especialmente em espaço imobiliário. Além disso, pode-se contar com um time indispensável no escritório e equipes flutuantes em home office, que são chamadas de acordo com a demanda de trabalho.

Knowledge-based workplace

Muitas empresas, especialmente as norte-americanas, trocaram suas vocações de fabricantes de produtos para geradoras de serviços. Isto levou à necessidade de um knowledge worker, e esta tendência vem se intensificando na era da Internet. Mesmo no segmento de fabricação, o funcionário que detém conhecimento é necessário e possui grande valor, em diversos departamentos da empresa. À medida que o mercado torna-se global, encontrar este funcionário é fator chave para manter-se competitivo. A tecnologia que dispomos hoje permite contratar este profissional independente daonde ele esteja localizado. Isso significa não somente contar com um ambiente na empresa que atraia os melhores colaboradores, como também permitir que eles sejam remotos, como é a própria natureza dos knowledge workers.

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