O potencial do home office: flexibilidade vale mais do que aumento para 43%

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O trabalho remoto é a nova moeda de negociação para atrair e reter talentos? O estudo mais recente, divulgado pela Unify (empresa de softwares e serviços de comunicação), mostra que 43% dos profissionais negariam um aumento de salário de 10% se pudessem ter mais flexibilidade no trabalho. E quando perguntados sobre a possibilidade de ganhar 20% a mais, 36% dos entrevistados ainda assim prefeririam dias e horários mais adaptáveis. Mudanças à vista, não?

Outro dado interessante da pesquisa foi que 1/3 das pessoas trocaria de empregador se recebesse uma oferta de trabalho mais flexível do que a atual. Para adotar uma prática desse tipo, as companhias podem permitir que os funcionários trabalhem remotamente de casa alguns dias da semana ou passar parte do dia na empresa e parte no home office.

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A preocupação com a qualidade de vida é a principal explicação por trás dos números. Entre as razões mais citadas estão a facilidade para lidar com responsabilidades familiares (43%) e a possibilidade de ter mais tempo livre (38%).

Confira as outras justificativas mencionadas:

• Ajudar com responsabilidades familiares: 43%
• Mais tempo para aproveitar a vida: 38%
• Redução do tempo de deslocamento até o trabalho: 32%
• Menos distrações: 29%
• Alinhamento com horários mais produtivos: 24%
• Alinhamento com colegas com outros fusos horários: 12%

De acordo com Bill Hurley, CMO (Chief Marketing Officer) da Unify, as empresas que não aderirem à tendência da flexibilidade de trabalho – que passou a se tornar imperativa no mercado pela demanda dos trabalhadores aliada a exigências legais – correrão o risco de perder seus melhores profissionais.

A pesquisa faz parte de uma série chamada New Way to Work (NW2W) e ouviu mais de 800 profissionais de diversos países e áreas, como TI, finanças, marketing, vendas e P&D.

(via Exame e Valor Econômico)

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