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Procure trabalho, não emprego

Já queria abrir este post com um super agradecimento aos nossos leitores queridos que estão sempre nos mandando as novidades sobre home office, trabalho, freelancers, etc. Vocês são 10! Essa matéria quem nos enviou foi a Lilian Lie, uma leitora querida que está sempre antenada no mundo do trabalho. Ela trabalha em casa há muito tempo e é fã do home office assim como nós.

O que a Lilian nos mandou saiu no UOL, é reportagem sobre Futurismo. Se você ainda não ouviu falar sobre isso, fique ligado, pois tudo o que os futuristas prevêem (que é super embasado, aliás), torna-se realidade. Então, o que eles estão prevendo para o futuro do trabalho é algo que nós também já previmos por aqui: o futuro do trabalho é trabalho e não emprego. Tem post aqui e aqui sobre isso.

“NÃO VAMOS TER MAIS EMPREGOS, O MUNDO SERÁ FREELANCER OU EMPREENDEDOR E VAMOS EXERCER MUITAS ATIVIDADES DIFERENTES AO LONGO DA VIDA. AS LIDERANÇAS SERÃO ROTATIVAS E CIRCUNSTANCIAIS”

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Quem disse isso foi o Tiago Mattos, um dos poucos futuristas brasileiros. A mesma previsão é difundida por outro futurista renomado, o Thomas Frey. Em artigo publicado no site do Da Vinci Institute, consultoria de inovação empresarial da qual faz parte, ele defende que 40% da força de trabalho nos Estados Unidos será freelancer até 2020.

Tiago Mattos

Tiago Mattos

Sabe por quê? As crises econômicas (que não vão parar de surgir no mundo todo) e as novas tecnologias vão acabar enxugando a estrutura física das empresas. Isso sem falar que a mesma tecnologia – que avança a passos largos – vai difundir cada vez mais o trabalho remoto. Trabalho esse que ainda ajuda a reduzir o trânsito das grandes cidades e gera economia para as empresas. Frey ainda diz que o futuro freelancer será abastecido pela geração de millennials que dominará o mercado. Avessos a longas jornadas de trabalho, eles irão priorizar projetos e não empregos.

Thomas Frey

Thomas Frey

Para reforçar esse futuro que já bate à nossa porta, a ONU (Organização das Nações Unidas) afirmou em um estudo que, até 2050, a taxa de desemprego global será de 20%. Ou seja, não procure emprego, procure trabalho. Vários trabalhos.

Então, o negócio é se agilizar. Há muito tempo falamos do estilo de trabalho hollywoodiano, em que as equipes se formam e se desfazem a cada trabalho (no caso deles, a cada filme). Isso já é uma realidade. Aproveite para rever os seus talentos e cavar trabalho naquilo que faz de melhor, com mais pessoas na equipe ou não. Tudo é maleável, o futuro é maleável. O futuro é flexível e isso só é possível com o home office e o trabalho autônomo.

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E agora a questão que surge é: para quando é essa mudança completa? Empresas e governos vão aderir a essa realidade? Pois bem, na matéria dos futuristas, isso aparece como um ponto de atenção, pois instituições são instituições e têm a burocracia e o engessamento na sua essência. Os futuristas afirmam que essas entidades tendem a reagir de maneira negativa a qualquer mudança relacionada à descentralização do poder. Apesar de todo o avanço tecnológico, ainda vivemos em uma cultura com práticas antiquadas. Os especialistas citam o nosso método educacional para ilustrar essa realidade, que se parece muito com uma linha de montagem: aulas segmentadas, alunos de uniforme e um apito para marcar hora de entrada e saída.

“FOMOS ENSINADOS A PENSAR DE FORMA LINEAR, REPETITIVA, SEGMENTADA E PREVISÍVEL, COMO UMA LINHA DE MONTAGEM. ISSO É ANTÍTESE DO PENSAMENTO DIGITAL, MULTIDISCIPLINAR”, diz Mattos.

Por isso que os futuristas apontam a lentidão dos governos e das legislações em se adaptarem à inovação como um dos principais obstáculos para chegarmos a uma realidade ligada à autonomia, simplificação e quebra de barreiras. “O futuro tecnológico é rápido, o futuro social é mais devagar. Futuro das empresas é mais lento ainda. E depois vem o governo, o mais lento de todos”, afirma o futurista Dainel Egger.

Como a própria matéria menciona, apesar dessa perspectiva não muito otimista, a ótima notícia é que o futuro é maleável e ele se adapta ao que esperamos dele. “Toda mudança é uma oportunidade. O futuro é sempre neutro, podemos influenciá-lo negativamente ou positivamente”, afirma Egger. Bem, nós vamos continuar fazendo a nossa parte por aqui e sabemos que você vai fazer a sua por aí. Mãos à obra! 😉

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