O último respiro do cubículo

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Há algum tempo vemos empresas brasileiras aderindo à descontração no ambiente de trabalho. Porém, essa estratégia para reter e atrair talentos só funciona se for verdadeira. Confira:

Ambiente
Escritórios mais divertidos também estão na pauta das empresas, independente do porte. Nos escritórios do Google e WalMart no Brasil, pode-se ter acesso a salas informais, áreas com fliperama, sala de TV, massagem e, no caso do Google, há até uma estação de gadgets, onde técnicos reparam problemas nos aparelhos dos funcionários. A tendência é que os escritórios tenham mais espaços para reuniões informais e videoconferências.

As novas gerações extrapolam os limites do trabalho para fora do escritório, é o que afirma Guto Requena, arquiteto responsável pelas sedes das duas empresas americanas no Brasil. Por isso mesmo, os cubículos de trabalho – tão usados nos anos 90 – dão lugar às mesas customizáveis. A ideia de o funcionário levar o trabalho para onde bem entender engloba também o home office e reuniões remotas.

A Cisco já está a frente nesta questão e promove treinamentos à distância para seus funcionários ao redor do mundo. O presidente da empresa no Brasil, Rodrigo Abreu, afirma que nem teria espaço no escritório para acomodar todos os funcionários. A empresa incentiva o home office e conta com grande parte da equipe nesta formatação.


Fonte: Revista info – fev 2013, Matéria de capa (O trabalho do futuro, por Juliano Barreto e Marcus Vinícius Brasil)

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