Homebody: aquele que gosta de ficar em casa

Se você está lendo este texto é porque gosta de ficar em casa. Sabemos que ficar em casa não é ruim e também não significa que você é preguiçoso ou anti-social (tá bom, só um pouquinho). No meu caso, depois dos 30, comecei a selecionar melhor os programas e as companhias e fui percebendo que receber poucos e bons amigos em casa é muito mais gostoso que qualquer balada crowd.

Quero ver me tirar daqui

Quero ver me tirar daqui

Claro que botecos e restaurantes honestos também são ótimos programas. Mas os meus top programas ainda são 1. ficar em casa com a minha cara metade e 2. receber os amigos em casa. Sim, também acho bom sair, circular, ver coisas novas. Mas entre um programa mais ou menos e me jogar no sofá pra assistir um seriadinho, com um bom vinho e pizza, prefiro a segunda opção. Ou arrumar uma mesa bacana lá fora, ou passar um dia inteirinho na praia com gente que sabe jogar uma conversa fora e, melhor ainda, cozinhar. Humm, maravilha.

Viva nóis!

Viva nóis!

Eu adoro a minha casa, tanto aqui em Curitiba como na praia – deve ser por isso que eu também AMO trabalhar em casa. E as duas viraram “centros” para receber os amigos. Nem precisa convidar. Quem é de casa, é de casa. Tudo muito prático, aconchegante e sem frescura. Sabe como é? Sim? Bem-vindo, homebody, a casa é sua. É, existe um termo pra isso (claro que os americanos que criaram). Então homebody amigo, veja se você se identifica com o seguinte.

Poucos e bons

Poucos e bons

Os homebodies são assim:

– gostam de deixar a casa bonita e confortável

– se identificam com o lema: “minha casa, meu templo” (ou castelo, refúgio)

– é em casa, no seu cantinho, que eles recarregam as baterias

– acreditam que não precisa sair de casa para se divertir

– eles não são ermitões, só estão cansados de fazer programas caros e ruins

– gostam de música e valorizam poder ouvi-la numa boa

– gostam de ter conversas em pequenos grupos para se conectar com as pessoas

– geralmente são bons ouvintes e dão ótimos conselhos

– criam sua própria diversão

– sabem que estar sozinho não é estar solitário

– estão cercados de pessoas (e pets) que realmente amam/se importam

– fazem de suas casas um lugar divertido e gostoso de estar

Sempre achei que menos é mais e aqui isso se aplica perfeitamente. Tenho preguiça de socializar com grandes grupos, ouvir conversas picadas e ter que aguentar gente chata. Um dia você se dá conta que realmente não precisa gastar seu precioso tempo livre com isso. Então, selecione. Separe pequenos grupos, chame em casa, faça uma comidinha simples e boa, toque seu playlist “Festinha em casa” e divirta-se. A felicidade está mesmo nas coisas simples.

Amizade verdadeira

Amizade verdadeira

Inspirado no texto do Apartment Therapy.

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