E o home office nos levou pra Europa

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Você já viu o vídeo que a TAM fez com a gente?

Aquilo foi de verdade, foi uma loucura, foi uma correria, foi uma viagem alucinante!

E o mais curioso é que esse vídeo não teve nada a ver com o Go Home. E ao mesmo tempo teve tudo a ver.

Não entendeu?

Então leia abaixo a história inteira e os bastidores desse super presente, que só rolou graças ao home office.

Mas antes, segue o vídeo pra quem ainda não assistiu e quer dar uma olhada:

Legal né? Quer saber como foi?

A gente tinha comprado uma passagem da TAM para um evento familiar em Nova York. Algumas semanas antes do embarque, uma Virgínia nos ligou de uma produtora de São Paulo, disse que fomos selecionados para um documentário para a TAM sobre casais que viajam com frequência e nos fez algumas perguntas:

– Qual é a origem do sobrenome de vocês?
– Tem disponibilidade de viajar entre tal e tal data?
– Podem participar de uma reunião com o diretor da nossa produtora quando voltarem de viagem?

Como brasileiros e macacos-velhos, é claro que ficamos meio desconfiados com tantas perguntas. Mas como publicitário e ex-assessora de imprensa, já conhecemos o processo de busca de personagens para esse tipo de produção. E checamos o site da produtora Vetor Filmes. Tudo parecia ok. Dissemos ok.

Bem, viajamos para NY, passamos uma semana lá, voltamos por Guarulhos, dormimos em um hotel próximo ao aeroporto e de manhã cedo (bem cedo) fomos para a tal reunião com o Coi Belluzzo, que ia dirigir o documentário. A reunião ia acontecer no aeroporto mesmo.

Só que ao chegar na frente do Terminal 3, aconteceu algo estranho. Pediram pra gente esperar um pouco na van, pois estava havendo um ensaio no saguão com os outros casais selecionados para o documentário. Minutos depois, o Coi chega e pede para entrarmos no aeroporto empurrando os carrinhos. “Vocês vão filmar um take e depois já embarcam para Curitiba pelo terminal doméstico. Se forem selecionados para participar do documentário, a gente entra depois em contato”.

Essa cena é aquela primeira do filme, nós com uma baita cara de sono, ainda cansados do retorno dos EUA no dia anterior. Fomos cambaleantes na direção de um balcão da TAM, onde uma atendente da companhia aérea nos esperava. Em volta dela, três caras filmando e um técnico de som segurando um boom (aquele microfone com um cabo longo).

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Tanta equipe só pra filmar um take? Algo há…

Então a Francesca da TAM (que na verdade se chama Carolina, mas isso é outra história), e que estava super nervosa (já que não é atriz, mas atendente de verdade), diz:

– Quero fazer um convite pra vocês. A TAM e a One World querem levar vocês para os lugares de origem dos sobrenomes de vocês. Inglaterra pelo sobrenome Sell e para a Polônia pelo sobrenome Brik.

Na hora a gente ficou meio confuso. Isso não era um só um ensaio? Onde estão os outros casais selecionados para o documentário? Nesse momento o Coi confirma: “É real”.

– É real? É real?

Era real. Não haviam outros casais. A gente já tinha sido selecionado pra viajar e “estrelar” o filme para divulgar a parceria da TAM com outras companhias aéreas sob a bandeira One World. Só nos contaram ali na hora para captar nossa reação de surpresa. Acho que conseguiram.

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Será que conseguiram provocar na gente uma reação espontânea de surpresa ?

E então, Francesca/Carolina solta a bomba!

– Só que a viagem de vocês é hoje à noite…

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Risada nervosa em “A viagem de vocês é hoje a noite”.

Nesse momento a gente se olhou e pensou: o que nos impede? O trabalho? Não mesmo! A gente já tinha trabalhado enquanto estava em Nova York, então isso não seria problema. Os laptops e HDs externos estavam com a gente. E para os clientes, tanto faz de onde fazemos o trabalho: NY, Curitiba, Londres ou Varsóvia. Se a gente entregar no prazo e com qualidade, está valendo. E aqui no GoHome a geração de conteúdo também não seria interrompida. Nos dêem uma superfície e um wi-fi decente que a gente faz chover.

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Claro que logo depois, a Marina já tinha feito amizade com todo mundo. Aqui com a Renata e a Francesca.

A única ponta solta seria a Vicky, a mascote beagle do GoHome que já tinha ficado com a “Avó” durante a semana anterior. Uma semana a mais outra a menos: dogsitter resolvida. (Obrigado, Dona Zélia! Ficamos devendo mais essa!).

Passaportes e cartões de embarque nas mãos (Inglaterra e Polônia não precisam de vistos) fomos para a Sala Vip da TAM. E dali em diante não pararam de nos mimar. Uma arara de roupas veio bem a calhar (nossas malas eram praticamente só de roupa suja da viagem anterior). Passagem na classe executiva, hotéis maravilhosos, restaurantes… Tudo de bom!

E muitas filmagens.

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O bom de viajar com “personal photographers” é não precisar tirar selfies. Cidade Velha em Varsóvia.

Com a gente foram duas pessoas da produtora: o Coi dirigindo e o Cleisson, diretor de fotografia que fez as filmagens. O bacana é que nada foi posado. A gente passeou como faria normalmente em uma viagem, enquanto eles captavam algumas imagens para a edição.

Go home office tam airlines

A equipe de filmagem, sempre discreta

E a surpresa boa é que os caras eram muito gente fina, então a viagem toda foi muito astral. Acho que dá pra perceber isso assistindo ao vídeo.

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Pausa pro lanche com a equipe no Borough Market – Londres

Ok, mas o que isso tem a ver com o home office? Tudo!

No meio da viagem, conversando com o Coi, ficamos sabendo que fomos escolhidos por diversos motivos. Entre eles, a nossa disponibilidade de viajar por uma semana, embarcando um dia depois de voltar de outra viagem. Se a gente não trabalhasse em casa, isso seria possível?

Ah, e também porque eles entraram no canal do GoHome no YouTube e acharam que a gente tem jeito com a câmera. Então tá… ???

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Aquelas fotos que a gente tira pra provar que esteve lá.

Além de curtir duas cidades incríveis, essa viagem nos mostrou como o home office pode abrir possibilidades, oportunidades únicas que a gente nunca teria imaginado.

Por exemplo: uma viagem para a Europa com tudo pago.

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Cheers! Na zdrowie! Saúde! Viva o home office!