Home office de carteira assinada

Nesta matéria da Istoé Dinheiro citam o case da Ticket (que já abordamos aqui) como um exemplo de sucesso entre funcionários de home office e empresas.

HP e Cisco também são outros dois exemplos de como é possível gerenciar esta tendência que se firma cada vez mais no Brasil. Veja aqui mais empresas que trabalham desta forma.

E se você se anima com a ideia de ser contratado e ainda assim trabalhar de casa, acompanhe aqui alguns dados da Ticket para mostrar à sua chefia:

– é possível trabalhar alguns dias da semana em casa e outros no escritório
– no caso da Ticket, esta mudança gerou uma economia de R$3,5 milhões em 5 anos
– com a área de vendas no home office, a Ticket viu a produtividade crescer, o que gerou um aumento de 40% no volume de vendas para novos clientes e incremento de 76% na receita proveniente dessas vendas
– no modelo antigo, em média, cada colaborador gastava 30% de seu tempo para resolver questões administrativas e 5% para tornar o cliente mais rentável. Hoje, esses números mudaram para 15% e 35%, respectivamente
– cada um dos 104 colaboradores da empresa que trabalha em casa recebeu mesas e cadeiras, celular corporativo, computador e impressora, além de ajuda de custo mensal para despesas com energia elétrica e material de escritório

Na HP, os funcionários podem participar de reunião virtuais, atuando de casa. Quando precisam, vão até o escritório e se acomodam em uma das estações móveis, além de poder usar as salas de reunião sempre que necessário.

O mesmo esquema acontece na Cisco, que adotou o trabalho remoto como parte de uma política mundial da empresa para todos os funcionários. As mesas do escritório são de todos, é só chegar e plugar seu notebook. A mesma coisa pode ser feita com o telefone, só precisa configurar seu ramal.

E, para encerrar, um depoimento da matéria que tem tudo a ver com toda essa mudança na forma de trabalhar: “a evolução da tecnologia da informação vai transformar o home office no modelo oficial de trabalho em um futuro próximo”, disse o coordenador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Gestão, Trabalho e Tecnologia da Business School São Paulo (BSP).
Assinamos embaixo!

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3 Comments

  • Polastra

    Reply Reply 9 de agosto de 2011

    Ótimo, só espero que isso realmente passe a ser uma realidade dentro de uma grande parte das empresas e até mesmo aquela com o diretor que ainda não possui uma visão de quanto isso significa em economia para sua empresa.”Vamos falar assim em $$$$ pois é só isso que enxergam”. E vejam meu caso , anos e anos trabalhando localmente e de repente tiro férias advinha para quem as pessoas ligam e pedem ajuda??? E o serviço continua sendo feito mesmo em férias, só que remotamente…

  • Marina

    Reply Reply 10 de agosto de 2011

    É verdade Polastra, para as chefias é preciso apresentar números para convencê-los sobre esta nova formatação. E com relação ao contato durante as férias, fato é que hoje ficamos meio escravos da tecnologia. O ideal é avisar que vai sair de férias e ficar offline. Isso quando a empresa permite…

  • Paulo roberto Albuquerque

    Reply Reply 25 de agosto de 2011

    Espero que isso se propague, pois assim ajudaria acabar com o desemprego e nos custos das empresas.
    PS. Se caso houver alguma empresa precisando de servico de digitac’ao homeofficer , estou a procua , pois estou desemprgado.

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