Funcionários rendem mais fora do escritório

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A pesquisa encomendada pela Citrix Systems e divulgada no portal Exame mostra que 77% dos funcionários afirmam ter um rendimento maior fora do escritório.

Claro que este número tão alto está diretamente ligado ao fato de a maioria dos entrevistados ter acesso à internet e o mais interessante é que 88% deles afirmaram que o trabalho remoto é aceito em suas empresas. Tendência confirmada, mais uma vez!

Veja a matéria completa aqui.

2 Comments

  • MARCOS TROYSI ROCHA

    Reply Reply 15 de abril de 2011

    Tenho tempo disponível e disposição
    gostaria de trabalhar em casa.

  • Helton Minardi

    Reply Reply 1 de maio de 2011

    Gostaria de compartilhar esta informação tão preciosa, ao mesmo tempo que necessária…

    Escrevi uma pequena matéria e acho importante compartilhar com todos que, assim como eu, também divide seu tempo em um trabalho seguro, saudável e sensacional!

    Há tempos que o planeta literalmente uniu-se através da rede mundial de computadores. Foi-se o tempo em que apenas as forças armadas norte-americanas, pessoas com cargos de alto escalão ou mesmo um número restrito de pessoas (apenas estes) poderiam usufruir de estar conectado a qualquer evento e/ou pessoa em qualquer parte do mundo.
    No entanto, particularmente no Brasil, parece que este tempo ainda não chegou para algumas empresas nacionais ou mesmo multinacionais. Somente no ano de 2010, algumas empresas especializadas em pesquisas dos setores profissionais divulgaram os resultados sobre a pergunta básica: você prefere trabalhar no escritório ou em casa? Óbvio que muitas das pessoas responderam que preferiam trabalhar no famoso home-office.
    No entanto, no que se refere a visão empresarial e profissional dos setores de varejo, comércio e, especialmente bancos, operadoras de cartão de crédito, entre outros o profissional-remoto não é bem visto. Vou explicar melhor.
    A realidade atual nos trouxe muitas facilidades, principalmente quando o Sebrae decidiu investir no que eles chamam de empreeendedor individual, ou seja, o indivíduo que trabalha para si, paga os impostos ao governo e ainda por cima garante a sua famosa previdência. Mas, existem aqueles indivíduos que trabalham para multinacionais, empresas situadas no exterior, as quais não vinculam diretamente o funcionário-remoto, mas lhe oferecem uma certa estabilidade financeira e profissional (embora não haja vínculo contratual, mas haja uma estabilidade lógica de que aquele funcionário mesmo a milhões quilômetros de distância, irá ser útil por um longo tempo).
    Vamos exemplificar da seguinte forma: você mora em São Paulo, mas trabalha como Freelancer para uma empresa nos Estados Unidos. No entanto, há dois tipos de “free-las”. O primeiro nível é aquele que trabalha por obra, ou seja, que sabe que tem um período curto de duração no trabalho porque tem apenas um projeto a ser cumprido. O segundo nível, trata-se de um profissional que, apesar de não ter vínculo nenhum com a empresa no exterior, sabe que estará estabilizado na mesma porque o seu tipo de trabalho lhe permite ter a certeza de que irá durar naquele determinado emprego.
    Depois de tantas explicações, vamos ao que interessa. Um funcionário que trabalha no nível 2 do chamado freelancer, que ganha mensalmente, por exemplo R$ 2.000,00 não consegue obter um cartão de crédito com limite mínimo de 300,00, mesmo que este comprove que já trabalha há 6 meses ou um pouco mais na mesma empresa. E os problemas, quais são? Simples: 1-Falta de comprovante de renda (não consideram pagamento via PayPal, tampouco o histórico de transações realizadas por ele); aliás, muitos gerentes de banco nem sabem do que se trata o PayPal. Para os leigos, PayPal é um “banco” que recebe dinheiro de empresas do exterior e repassam para qualquer conta ou poupança no Brasil ou qualquer parte do mundo. Se você recebe, por exemplo dois mil dólares mensais, o PayPal “abocanha” quase 9% e lhe repassa o restante. Quanto vai transferir o valor para seu banco e acontece a conversão do dólar para o real, o PayPal “abocanha” mais 0,04 centavos de dólar por cada dólar convertido. O que ainda é muito vantajoso, pois se você ganha dois mil dólares mensais, o PayPal não leva nem $ 200,00 (mais barato que ir buscar nos estados unidos, certo?).
    Outro fato de os bancos, instituições e comércio varejista não aprovar seu cadastro para que você obtenha crédito com um simples cartão de loja para compras de roupa, por exemplo, é o fato de você não ter carteira assinada. Óbvio, se você trabalha para o exterior é lógico que a carteira assinada não vai existir, muitas vezes nem o contrato de vínculo com a empresa no exterior também não existe. Mas, existe o que chamamos de vínculo da lógica. Ou seja, se o funcionário remoto, que trabalha no Brasil para uma empresa situada no exterior, consegue comprovar que ganha um valor “X” por mais de 6 meses, por exemplo, porque não aprovar um limite mínimo de R$ 300,00 para esta pessoa? O que impede de um banco ou uma loja de varejo executar esta operação?
    Em contrapartida, sem desmerecer qualquer profissão, ao criar um cadastro no empreendedor individual do Sebrae, que é uma empresa completamente edônea, mas peca no sentido de listar as profissões no momento da sua escolha. Por lá existem: iluminadores, pintores, vendedores ambulantes, etc. Mas, não existe algo do tipo: “Prestador de Serviço Estável para Empresa no Exterior”. Significa que, um pintor pode ter estabilidade, mas quem presta serviços para empresas no exterior não tem? Ora, um pintor é tão merecedor deste destaque quanto um vendedor de galinhas na feira. Mas, a estabilidade dos citados é sempre a mesma: uma estabilidade-instável, mas nem sempre sem garantias.

    Em resumo, as empresas que classificam os profissionais, tanto para oferecer crédito, seja ele em dinheiro, cartão de crédito ou mesmo varejo, ou até mesmo com uma visão de mais credibilidade, devem enquadrar estes profissionais da internet (comprovadamente estáveis) como uma rede profissional inovadora, que cresce e que deve ser listado numa ordem de profissões, seja esta lista num banco, numa financeira ou mesmo numa simples loja.

    Para finalizar, o recado é que, havendo abertura para estes profissionais, deve-se haver uma política de crédito, para que aproveitadores não possam manchar a classe dos verdadeiros profissionais que trabalha nesta área e que, mesmo sem contrato escrito, são verdadeiros profissionais estáveis e que merecem ser listados juntamente com qualquer outra profissão já consolidada no mercado.

    Por: Helton Minardi
    Helton Minardi é casado, tem dois filhos, trabalha desde 2005 como funcionário remoto, em home-office. Foi convidado para ir ao Japão, onde de funcionário remoto, passou a ser funcionário contratado por uma multinacional. Hoje, trabalha nas empresas: Radio Transamerica Internacional (Japão) e Radio Time Inc. (Palo Alto, California). também é CEO da Aprizion, empresa especializada em vinhetas e jingles para emissoras de rádio, com clientes no Japão e Europa.

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