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Licença-maternidade ampliada se alia ao home office

16 Setembro 2008 por Marina Sell

Já não é de hoje que escuto de várias mulheres que foi através do período da licença-maternidade que adentraram ao mundo do home office (e nunca mais saíram de lá!). Agora então com a licença ampliada de quatro para seis meses, este assunto e outras polêmicas que o envolvem vêm à tona. O grande dilema da mulher continua sendo sobre a sua ausência prolongada no trabalho, cada vez mais em um ritmo alucinado e competitivo. Preocupação que também ronda as empresas, afinal de contas, ficar com uma funcionária fora do escritório durante metade de um ano é um tanto problemático. Uma vez instalado o problema, também começam a surgir algumas alternativas. Em uma matéria da Folha Online, comentavam sobre esta saída que algumas empresas encontraram para as mães executivas ou em cargos de chefia: acompanhar o trabalho através do seu home office, sugerindo que lessem seus e-mails ao final do dia para acompanhamento. Se dá certo ou não ainda não sei, mas acredito que naquelas horinhas em que o bebê esteja dormindo (e que a mãe não esteja!) ou distraído com um brinquedinho, dê para checar os e-mails e acompanhar um pouco o que se passa no escritório. E isso daí vale para todas as outras working moms, executivas ou não. Quem quiser compartilhar a experiência, por favor, fique à vontade. Porque só na prática para saber como é!

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Categoria Go Histórias e Notícias, Go Mães | 3 Comentários » | Envie para um amigo Envie para um amigo

3 Comentários

  1. Michele Scarpini Lucca disse:

    Minha experiência com home-office está sendo bem interessante, veja: sou Advogada e tenho 2 filhos, a primeira completará 2 anos e o segundo 8 meses – portanto dois bebês, e uma mãe que não quer deixá-los sem a atenção que merecem, tampouco abandonar a carreira. Quando descobri que estava grávida do meu segundo filho, minha garotinha tinha apenas 7 meses! Foi um susto, afinal tinha um bebê, e apenas havia retornado ao trabalho…Então decidi pedir demissão e trabalhar em casa, assim, teria mais tempo para a primogênita e poderia preparar a chegada do mais novo. Não foi uma decisão nada fácil, porém, posso assegurar que foi a mais acertada! Há um mês, abrir meu próprio escritório – para poder ampliar as atividades que vinha desenvolvendo, e no outro turno, fico em casa com as crianças, mas sempre com o computador à mão…não é nada fácil o somatório destas funções, mas é extremamente gratificante poder acompanhar todas as descobertas dos meus baixinhos! Por isso boa sorte aos que já fizeram sua escolha, e estimulo aqueles que pretendem partir para esta opção.




  2. Marina disse:

    Que bacana a sua experiência, Michele. É uma inspiração para todas nós!
    Um abraço e tudo de bom,
    Marina.




  3. AUDINEIA GONÇALVES DA SILVA disse:

    Tenho 2 filhos 1 e 5 anos, não quero deixa-los sozinhos nesta fase ou seja com estranhos, já me desgastei pensando em um possível office home, mas não está sendo fácil, me dêem dicas na área de pesquisa de mercado ou outra opção viável, só fiz o ensino médio em Administração de Empresas, aguardo resposta, como sempre. Parabéns.




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