Estadão: 10,6 milhões de teletrabalhadores no Brasil

1 Junho 2008 por André Brik

No Estadão de hoje, um artigo sobre o teletrabalho: uma solução para enfrentar a insustentabilidade do trânsito em cidades como São Paulo.
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Empresa estimula funcionários a trabalhar em casa
País já tem 10,6 mi de teletrabalhadores; especialistas aprovam a medida para SP e sugerem aval do governo

por Naiana Oscar

Há quem tenha encontrado uma forma de fugir dos congestionamentos de São Paulo: simplesmente não os enfrentam mais. Por iniciativa própria ou incentivados pelas empresas, muitos paulistanos têm optado por trabalhar em casa.

Pesquisa realizada neste ano pela ONG Market Analysis, com 345 trabalhadores em nove capitais, incluindo São Paulo, mostra que o serviço virtual já é adotado por 23% dos funcionários do setor privado. As microempresas são as que mais se utilizam do teletrabalho. Já são 10,6 milhões de teletrabalhadores no País - em 2001, eram apenas 500 mil.

E isso também resulta em produtividade. Segundo um estudo da Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos, a cidade perde por ano R$ 4,1 bilhões com congestionamentos e o paulistano poderia converter em renda 30% do tempo que perde para se deslocar até o escritório. Pelo menos cinco empresas com sede na capital investem em teletrabalho. Entre elas está a IBM. Há cinco anos, a multinacional passou a estimular os funcionários a trabalhar em casa.

Mesa, cadeira, laptop, telefone, banda larga, tudo é reembolsado pela empresa. “O local físico é o que menos importa. Se para ele é melhor, por causa do trânsito e da família, oferecemos essa possibilidade. Sempre com base na confiança e na responsabilidade”, diz a gerente de Recursos Humanos da IBM Brasil, Fabiana Galetol. Apesar dos incentivos, nem todo mundo teve coragem de se aventurar de imediato pelo mundo do home-office. “A cultura do relacionamento gerencial, da presença na empresa, ainda é muito forte.” Leia o resto deste artigo »

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As aventuras de um “Home Officer” (colaboração Rubens Pimentel)

25 Março 2008 por admin

Este artigo – escrito pelo Rubens e publicado no site Paran@shop – fez com que a gente se sentisse em casa…

Entramos em contato com o autor e pedimos autorização para publicá-lo também no blog. Ele não só permitiu, como prometeu um segundo texto para postaremos aqui em breve!

Divirtam-se!

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As aventuras de um “Home Officer”

Trabalhar em casa. Qualidade de vida. Ficar próximo a família e das crianças. Trabalhar de bermuda. Ter flexibilidade de horário. Colocar a condição física em dia. Diminuir o estresse. Ganhar produtividade. Ter mais privacidade. Entre outras tantas coisas…

Foi assim sonhado por mim e por outros executivos e é sonhado ainda por muitos que sonham com as benesses deste formato de trabalho. Vamos então contar como é a experiência de um Home Officer novato.

Existem duas maneiras de se tornar um Home officer: ou você decide que vai trabalhar neste formato e vai ou sua empresa lhe propõe montar um escritório em sua casa, seu chefe faz um discurso bonito incluindo todas as maravilhas do primeiro parágrafo e te mandam não para o olho da rua, mas para casa.

Aí começam as descobertas que eu chamo de “mais que interessantes” e a primeira delas que eu vivi está relacionada com o mesmo pessoal que planeja colocar você trabalhando em casa, ou seja, os presidentes das empresas. Nas reuniões eu contava com muito orgulho que estava trabalhando em casa e comecei a perceber que o pessoal fazia uma cara muito estranha. Perguntei certo dia a um executivo mais chegado o que estava acontecendo e ele me disse:

- Trabalhar em casa é sinônimo de vagabundagem ou que você está desempregado e fazendo um bico, diga que você trabalha em seu Home Office.

Eu perguntei, então, qual a real diferença e ele respondeu que nenhuma, parou pensou e disse é igual, mas se quiser causar boa impressão diga a mesma coisa diferente. Entendi !?

Muito bem, acertei meu vocabulário e lá fui eu feliz da vida para meu home Office, para fazer a segunda “descoberta mais que interessante”. Eu jamais tinha me treinado em autodisciplina e as coisas começaram a se complicar de verdade durante a Copa do mundo. Jogo que antes eu não poderia assistir, só via os do Brasil, estavam agora disponíveis. Eu trabalhando e na sala ao lado meu filho assistindo um magnífico Irã contra Angola e eu tentando me concentrar. Perto das crianças, “pero no mucho”

As “descobertas mais que interessantes” continuam com as primeiras complicações com os brinquedos tecnológicos. Na corporação o pessoal de T.I. e Suporte ao Usuário resolvem todos nossos problemas, entretanto em regime de home Office você deve, se desejar produtividade e rapidez, resolver sozinho seus problemas. Vai ter que entender bem de tecnologia da informação incluindo hardware, software, antivírus, redes e todo o mais que se refere a seus instrumentos de trabalho.

No entanto, nada é mais cruel do que a mistura que acontece naturalmente entre o trabalho em home Office e os afazeres de casa. Você deve ser xiita, pois caso contrário não vai fazer bem nem uma coisa nem outra.

Mais do que planejar a mudança sugiro que você planeje o início, digamos os primeiros cem dias de independência, e planeje bem para não virar um alforriado sem direção e perdido. Isto envolve mudanças de paradigmas e modelo mental em você, sua família e amigos.

Estipule horários, use agendas e smartphones para organizar seu dia de trabalho, seja cruel com os roubadores de tempo. Divida seu tempo entre atividades de execução, estudo e bem estar. O que chamamos de Corpo, Mente e Alma.

Afine seu instrumento principal e ajuste suas atitudes. Se você se comportar como se comportava na corporação seu destino será fazer uma grande confusão, não há horários, chefes, reuniões chatas e tudo mais que havia lá. No home Office é só você, portanto, organize-se.

Exija-se entregar mais em menos tempo sempre e você verá, aí sim, um enorme aumento de produtividade e satisfação profissional e pessoal.

Ah! Duas coisas muito importantes para finalizar: não se esqueça de educar com firmeza e gentileza sua família e aí incluo seu pet e sua empregada. E nunca diga, como eu disse que você trabalha em casa, sua turma vai pensar que você desbundou de vez, virou vagabundo, ficou desempregado e não quer mais nada com o batente.

* Rubens Pimentel Neto formou-se em Marketing pela ESPM - Escola Superior de Propaganda e Marketing. Aperfeiçoou-se através do MBA com ênfase em Gestão Empresarial pela FEA-USP e pós graduação em Finanças pela FAE - Curitiba. É especialista com larga experiência em marketing, comunicação, vendas e gestão comercial. Atuou como executivo em empresas líderes de mercado como Moore Formulários, GTech, Bovespa, Grupo Estado, entre outras. Atualmente é diretor da Ynner Marketing, professor de estratégia e marketing em cursos universitários e, também, vice-presidente do Comitê de Gestão de Vendas da Associação Brasileira das Relações Empresa-Cliente.

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Gestantes de empresas

11 Março 2008 por André Brik

Segundo artigo da BBC Brasil, um estudo realizado pela empresa yell.com revela que 40% das mães que criaram seu próprio negócio tiveram a idéia quando estavam grávidas ou dentro de um ano após o nascimento do bebê.

Além disso, 92% das empresárias com filhos atribuem à gravidez o desenvolvimento de habilidades que contribuiram para o seu sucesso. Entre estas competências estão a capacidade de realizar multitarefas, planejamento de atividades futuras e maximização da eficiência. O Psicólogo Geoffrey Beattie defende também que o estado de espírito elevado pela chegada do bebê, contribui para uma atitude otimista frente ao risco inerente à abertura de um novo negócio.

A pesquisa constata ainda que a flexibilidade e a liberdade permitidas pela internet são essenciais para que as mães-empresárias possam trabalhar e cuidar dos novos integrantes da família.

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Momentos “Discovery”

3 Agosto 2007 por Marina Sell

No começo a gente estranha. Até sente um pouco de culpa por estar com tempo livre. Mas depois passa. Dia desses, estava trabalhando e de repente percebi uma movimentação pela minha janela. Era um passarinho catando minhoca da grama. Chega a ser surreal você ter um escritório onde a janela tem vista para o quintal. Mas é ao mesmo tempo terapêutico, você sai um pouco daquela neura de escritório. Trabalhei uma vez em um escritório que tinha vista para a piscina de um condomínio de prédios. E qual não era a sensação de ver a moçada se refrescando na piscina enquanto a gente estava lá, se matando de trabalhar em um calor infernal… O escritório até tinha ar-condicionado, mas para agradar a gregos e troianos a gente deixava meio-período ligado e outro meio-período desligado. Mas tudo bem, faz parte. O importante é que melhore depois, que as perspectivas sejam boas! Nunca imaginei que estes pequenos detalhes fizessem tanta diferença no dia-a-dia do trabalho. É muito bom poder fazer pequenas pausas com esses flashes de “Discovery Channel”. O mesmo acontece com os meus cachorros. Nestes momentos de pausa, que agora já não vêm mais acompanhados de culpa, vou lá fora fazer um agradinho nas beagles, carentes que só elas. Ou passar um cafezinho com calma e tomá-lo com calma… Afinal, pausa é pausa. Depois, é só sentar e trabalhar com mais ânimo. Até o próximo passarinho aparecer.

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Go home na Rádio CBN

27 Julho 2007 por André Brik

Ouça aqui a entrevista sobre o blog realizada pela Rádio CBN.

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Go home na TV SBT

26 Julho 2007 por André Brik

Esta entrevista a gente deu para a GPP (SBT de Ctba):

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