“Entre Aspas” na Globo News: a nova CLT

O novo artigo da CLT resolve a questão entre o que deve ser pago como hora extra para teletrabalhadores? Ou engessa os processos atuais de trabalho, onde não existe fronteira definida entre vida profissional e pessoal?

O programa “Entre Aspas”, mediado pela jornalista Mônica Waldvogel discutiu estas e outras questões. Para isso, contou com a presença do professor de direito Nelson Mannrich e o juiz do trabalho Marcio Granconato para discutir o tema “O impacto da tecnologia digital nos direitos trabalhistas

O vídeo é uma fonte excelente para quem quer aprender sobre o tema.

Via Mauricio Brik

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Profissionais do home office entregam resultados semelhantes aos que ficam na empresa

Mais dados sobre home office, bem fresquinhos! Esta é uma matéria do Administradores – enviada por Sara Batista – que revela dados interessantes sobre o sistema home office adotado nas empresas. A pesquisa foi feita pela consultoria especializada em recrutamento para média e alta gerência, Hays Recruiting. Confira:

- 69,3% das empresas consultadas afirmam que os profissionais que trabalham em sistema home office entregam resultados semelhantes aos que ficam sediados na empresa

- 31,2% das empresas já adotam o sistema home office, sendo que garantir a retenção de talentos e oferecer melhor qualidade de vida aos funcionários são os motivos mais citados (72,7%)

- além da retenção, o home office também é adotado como solução para limitação física (60,3%) e pelo alcance de metas de sustentabilidade (19,8%)

- o trabalho em sistema home office é mais adotado por profissionais que ocupam a posição de gerente (78,4%) e coordenadores (56,7%). Diretores e analistas também adotam a prática, porém, em menor proporção: 48,5% e 44,8%, respectivamente

- sobre os setores, o estudo aponta que o trabalho em casa já é percebido em segmentos como serviços (22,9%), bens de consumo (13,7%), farmacêutico (9,7%) e telecomunicações (5,7%)

- quando considerado o tipo de empresa onde este sistema trabalho é adotado, percebe-se que as multinacionais, por já possuírem essa cultura, demonstram maior aceitação em adotar o modelo de home office

“Áreas que não têm dependência com outros setores de negócio da empresa conseguem atuar melhor fora do escritório, como é o caso dos profissionais de venda. Isso acontece porque eles possuem metas tangíveis e precisam atingi-las para apresentar resultados à empresa (…) É uma tendência do mercado nacional que também pode ser oferecida ao profissional como forma de benefício”, analisa o gerente da Hays em São Paulo, André Magro.

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Calcule quanto sua empresa economiza com teletrabalho

Encontrei esta calculadora que simula a economia anual que sua empresa faria se enviasse parte de seus funcionários para trabalhar de forma remota. A calculadora é em inglês, e os valores em US$. Mas é fácil perceber que a economia é enorme.

Basta colocar o número total de funcionários da sua empresa no campo 1, e a quantidade de pessoas que trabalharão de casa no campo 2.

O campo 3 trabalha com um dado pré-fixado com a média de pessoas dentro das empresas que desejam trabalhar de casa, de acordo com pesquisa realizada pela World at Work. Mas para simular o ganho total de forma mais simplificada, basta digitar “100″ no campo 3.

O custo da gasolina economizada é calculado seguindo o preço do combustível lá fora (que é bem mais barato que o nosso). Mas os resultados são impressionantes.

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Alteração na CLT: teletrabalhadores têm os direitos garantidos

Mais uma conquista no mundo do home office!

A Câmara dos Deputados aprovou uma alteração na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) que garante aos trabalhadores remotos os mesmos direitos dos trabalhadores que exercem seu trabalho dentro da empresa. A lei número 12.551 já passou pelos deputados e agora só aguarda a assinatura da presidente Dilma.

Esta é uma grande conquista para as empresas e funcionários, que agora podem contar com a vantagem de trabalhar em casa com a segurança dos direitos trabalhistas. Com isso, podem surgir inclusive novos postos de trabalho, uma vez que a empresa pode ampliar seu quadro de funcionários sem ter que investir em novos imóveis, ampliações, etc.

Em matéria do SBT Brasil, citam o caso do call center da GOL, cujos funcionários deste departamento trabalham em home office, o que levou a empresa a reduzir seus custos em 30%, além de aumentar a satisfação dos clientes atendidos e a motivação dos funcionários. Acompanhe a matéria aqui.

O Jornal Nacional também correu atrás do assunto e divulgou informações interessantes, como: “o funcionário que trabalha longe do escritório e é registrado tem os mesmos direitos dos outros, como hora extra, adicional noturno e assistência em caso de acidente de trabalho. O controle das horas e a supervisão do trabalho podem ser feitos por meios eletrônicos, como, por exemplo, leitor de impressão digital”. Esta matéria nos foi enviada pela @sara_batista, seguidora do @gohomeoffice no Twitter. Anderson Costa, parceiro da Movebla, também abordou o assunto, saiba mais aqui.

E vamos continuar acompanhando as novidades nesta área e compartilhando com vocês aqui, no Go Home! Se você também souber de alguma notícia sobre home office, compartilhe conosco! ;)

Imagem via Allyou.

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Metade dos empregos dura menos de dois anos

Uma das frases me chamou a atenção no artigo anterior, sobre a matéria da Valéria França, no Estadão:

“Segundo pesquisa feita pelo sociólogo Roberto Gonzalez, da Universidade de Brasília (UnB), quatro em cada dez trabalhadores com carteira assinada perdem o emprego todos os anos. E metade dos empregos dura menos de dois anos.”

Este é um dado impressionante, que reforça a necessidade de quebrar o paradigma do emprego estável e vitalício.

Para quem quiser saber mais sobre a pesquisa, segue o link.

E para ler mais sobre o assunto, recomendo Daniel Pink (“Free Agent Nation: The Future of Working for Yourself“) e Tom Peters (“Talent” da “The Essencial Series”), ambos em inglês.


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Home office vs. Condomínio

Depois do cachorro que late, das latarias amassadas nas garagens e dos festeiros barulhentos, é a vez do home office aparecer na pauta de discussões na reunião do condomínio.

A jornalista Valéria França, do Estadão, escreveu sobre os conflitos que surgem quando o home office está dentro de um edifício ou condomínio: aumento de visitas externas, super-utilização dos serviços ou espaços comuns, e soluções encontradas por novos empreendimentos. Confira a matéria abaixo.

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Home office é o novo desafio dos condomínios
Como cada vez mais gente trabalha no apartamento onde vive, o entra e sai de clientes e uso de porteiro viram temas de assembleia

Uma nova questão passou a fazer parte do cotidiano – e das brigas – dos condomínios paulistanos. Cada vez mais profissionais liberais e pequenos empreendedores transformam o apartamento onde moram em escritório. O chamado home office, em muitos casos, altera a rotina interna dos condomínios e começa a levantar questionamentos sobre os limites e a pertinência de atividades comerciais em prédios residenciais.

“Os problemas mais comuns dos condomínios sempre foram cachorro, garagem e barulho. Agora, a essa lista incorporamos o home office”, diz o advogado Márcio Rachkorsky, consultor jurídico de mais de 400 condomínios em São Paulo. “Os hábitos dos paulistanos mudaram. E os prédios terão de aprender a lidar com a nova realidade.”

Geralmente quem trabalha em casa não anuncia isso pelos corredores do prédio. Mas os vizinhos percebem, principalmente se o movimento no apartamento é maior do que em outras unidades. Alguns recebem clientes, outros mercadorias num volume maior. “As reclamações surgem porque são moradores que usam mais determinados serviços, como o porteiro e os mensageiros, e pagam a taxa administrativa padrão”, diz Rachkorsky.

Formado em Arquitetura, Henrique Carvalho, de 31 anos, é um dos adeptos ao home office. Há três meses, ele deixou o emprego em um museu e começou a trabalhar no apartamento onde mora no Jabaquara, na zona sul da capital. Trata-se de um prédio pequeno de seis andares, com média de quatro unidades por pavimento.

Segurança. “Eu trabalho sozinho. Às vezes, no entanto, faço reuniões no meu apartamento”, explica. Ele garante que o entra e sai de colaboradores e clientes não é grande. Mesmo assim, já há quem reclame do movimento. “Não recebo mais visitas do que um apartamento onde moram adolescentes, que vivem recebendo a galera”, justifica.

Angélica Arbex, gerente da Lello Condomínios- empresa que administra 1.200 prédios -, concorda com o argumento de Carvalho, mas lembra que o problema não é exatamente o volume de pessoas. “Quando o profissional começa a receber clientes em casa, o que entra em jogo é a segurança do prédio. Nem o morador em questão tem como garantir quem está entrando.”

Novos tempos. Segundo pesquisa feita pelo sociólogo Roberto Gonzalez, da Universidade de Brasília (UnB), quatro em cada dez trabalhadores com carteira assinada perdem o emprego todos os anos. E metade dos empregos dura menos de dois anos.

O setor imobiliário já assimilou a tendência. Além da churrasqueira, do espaço gourmet, da academia e do espaço para animais, os novos empreendimentos costumam ser projetados com escritórios na área comum dos edifícios. São locais equipados com mesas, wireless e sofás – que podem ser alugados pelos moradores para eventuais reuniões de trabalho. “Prédios antigos também estão discutindo a transformação de parte da área comum em escritório”, diz Angélica. “É uma maneira de assimilar as novas necessidades dos moradores. Além disso, o escritório comunitário, nos dias de hoje, valorizam o empreendimento.”

Esse é o projeto de um edifício residencial no Paraíso, zona sul de São Paulo, construído há 28 anos. Dos 13 apartamentos, três pertencem a moradores que trabalham em casa. Entre eles está o do síndico, Oscar Spessoto, de 70 anos, executivo de multinacional aposentado que hoje atua como consultor.

“Não atendo cliente em casa. Minhas reuniões são marcadas em cafés ou nas empresas que contratam meus serviços”, diz o síndico, que tenta dar o exemplo. “Mas um escritório comunitário, em uma cidade com trânsito caótico como São Paulo, faz todo o sentido.”

No térreo do prédio, há uma parte do hall reservada a assembleias do condomínio. Síndico e conselho estudam a possibilidade de transformá-la em home office. “Prédios antigos têm apartamentos mais espaçosos que os novos, mas são pobres em infraestrutura”, diz Spessoto. “Assim como os moradores, as construções antigas também têm de se adaptar aos novos tempos.”

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via Leonardo Michelena


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Pesquisa em Stanford: funcionários em casa são mais felizes (mas nem todos)

Segue um artigo “O teletrabalho é uma boa ideia?” (em inglês) sobre a “revolução” do trabalho remoto, incluindo o fim do expediente e do trabalho presencial (que esta sendo substituído pelo ROWE (Result-Only Work Environment, ou em tradução livre, “Ambiente de Trabalho Focado Somente em Resultados”).

O artigo mostra um estudo da Universidade de Stanford (sobre uma Agência de Turismo online chinesa) que demonstra que este é um dos raros formatos que aumentam a produtividade dos funcionários, e ao mesmo tempo os deixa mais felizes (e menos parecidos com os personagens das tirinhas do Dilbert).

O estudo foi realizado em um imenso hangar de dois andares em Shangai, um dos escritórios da empresa, onde mais de 1000 funcionários gastam uma média de 80 minutos (e aproximadamente 10% dos seus salários) só para chegar de casa até seus cubículos para trabalhar.

Os voluntários que aderiram ao programa de home office atenderam 15% mais ligações que seus pares que permaneceram no hangar. Cada hora de trabalho dos funcionários que trabalharam de casa ficou 4% mais producente, pois passaram 11% a mais de tempo respondendo às ligações (os motivos são vários: menor quantidade de pausas, menor absenteísmo por doenças, redução nos atrasos para começar a trabalhar, e menor número de distrações).Quando estavam atendendo as ligações, as distrações domésticas influenciaram menos a qualidade das ligações, já que em ambos os ambientes (cubículos e casa), o número de vendas realizadas foi praticamente o mesmo.

Devido ao sucesso da experiência, a empresa decidiu migrar toda a sua força de trabalho para casa, mas surpreendentemente somente a metade dos funcionários concordou com esta estratégia. E muitos dos envolvidos na experiência inicial decidiram voltar para a vida no cubículo, optando pelo contato humano e pelo expediente com começo e fim.

Aqui, Ray Fisman, o autor do artigo, faz uma colocação muito interessante: O home office não é para todos.

E também não é ideal para todos os tipos de atividades. Segundo Fisman, o trabalho-em-ambiente-sem-expediente-e-focado-em-resultados funciona melhor com tarefas mais solitárias, que permitem ser rastreáveis e mensuráveis, e que exigem pouco contato pessoal (lembrando que o artigo diz respeito a teletrabalhadores, ou seja, home officers de carteira assinada).

O artigo finaliza lembrando o caso da JetBlue, empresa aérea norte-americana, que atingiu grande sucesso graças a um programa de expediente flexível que atraiu e reteve funcionárias extremamente competentes, mas que estavam fora do mercado de trabalho por serem mães recentes.

E defende que o fim do expediente pode não estar próximo, mas que o horário flexível pode ser a próxima grande sacada.

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Via Luiz Eduardo Marques


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Perfil home officer: Maria Alice, do explora

Direto de uma multinacional para o home office

Maria Alice Cavalcanti é brasileira e Sales Director do explora, uma marca de hotéis-boutique voltada ao perfil aventureiro, com sedes em lugares remotos como Atacama, Patagônia, Rapa Nui e Travessias.

Hoje, ela trabalha de seu home office, mas já passou por grandes empresas multinacionais da rede hoteleira. Sua trajetória é semelhante a de vários home officers que deixaram grandes empresas para conquistar mais liberdade e autonomia.

Acompanhe mais detalhes na entrevista que ela concedeu com exclusividade ao Go Home:

- Conte um pouco sobre sua carreira e sobre sua atividade atual:

Me formei em hotelaria pelo SENAC e quando recebi o diploma ainda não me sentia pronta para exercer a profissão e por isso optei por ter uma experiência fora do país. Meu desejo era me tornar dona de um restaurante e por isso decidi por um Curso de Administração de Restaurante na FIU em Miami. Quando voltei ao Brasil uma amiga me chamou para trabalhar em uma agência de marketing e eventos e conheci um ramo dentro da hospitalidade que me interessou muito e aonde aprendi bastante – logística, orçamentos, produção, criação e execução de um projeto. E é claro desenvolvi minhas capacidades para atender os clientes. Foram 02 anos de muito trabalho até que uma outra grande amiga minha que trabalhava no Grand Hyatt São Paulo, na época ainda em processo de abertura, me pediu para fazer uma entrevista, pois estavam precisando de pessoas com o meu perfil para o time de vendas. Então, pensei “eu, vendas, não tive isso na faculdade”… Bom, encarei o desafio e na minha entrevista o que fiz foi usar o bom senso e a sinceridade. Funcionou, o Diretor de MKT&Vendas disse: o que nós precisamos você já tem em você, está no seu sangue, o resto nós vamos te ensinar”. Juntamente com mais 04 pessoas na equipe de vendas, fiz a abertura do Grand Hyatt São Paulo em 2002 e me dediquei a essa maravilhosa escola e empresa que é a Hyatt International até 2006, quando mais uma vez me arrisquei e decidi acreditar em um produto que nunca tinha ouvido falar antes – explora – www.explora.com. Já estou há quase 06 anos e hoje como diretora de MKT & Vendas da empresa – tudo que está relacionado ao Brasil é minha responsabilidade. Toda a parte de vendas, atendimento, eventos para clientes, incentivos, treinamento com agências de viagens e operadoras de turismo, parte corporativa de grupos e eventos, imprensa e desenvolvo também toda a parte de marca do explora no Brasil, associação com outras marcas que tem a ver com o que acreditamos, fortalecer e ser referência de qualidade.

- Por que optou pelo home office?

No início trabalhava em um escritório próximo a minha casa, porém como fico sozinha e faço meus horários – reuniões, eventos, viagens… optei depois do casamento por ter um espaço só meu, com a cara do explora dentro de casa. Isso faz 03 anos e está funcionando muito bem. Quando trabalhamos sozinhos o tempo passa rápido e tudo rende muito, dessa forma muitas vezes me esqueço de beber água, comer e estando em casa tenho a facilidade de ir até a cozinha, saber que tem hora para almoçar e além disso tornar o tempo mais dinâmico. É bastante funcional e prático.

- Na sua opinião, quais são as vantagens de trabalhar em casa?

Para mim são muitas: não preciso pegar trânsito para ir ao trabalho, consigo organizar o meu tempo e coordenar as ações do dia, trabalhar até um pouco mais tarde, pois sei que estou em casa e não precisarei sair e pegar o carro…

- Quais os desafios que você enfrentou e como lidou com eles?

Os maiores desafios foram no início, a adaptação, sair de uma multinacional onde tudo funcionava para ir para algo onde eu me tornava responsável por tudo. Se quebrava a impressora, eu mesma precisava me virar para arrumar, ou se tinha algum problema no computador, ou se precisava dividir um problema do trabalho, não tinha ninguém para desabafar ou dividir uma ideia e saber a opinião imediata. Aos poucos, tudo foi se ajeitando e hoje não troco o home office. É preciso ter disciplina, comprometimento e determinação, um trabalho que depende de você e os resultados e os méritos também serão seus. Uma liberdade e autonomia para desenvolver todas as nossas capacidades, poder criar algo novo e importante para a empresa. Saber que mesmo sozinho você faz parte de um todo e é uma peça fundamental para o sucesso.

- Conte uma curiosidade, fato interessante ou relevante referente ao trabalho em home office:

Um situação que sempre acontece, hoje um pouco menos pois já levei várias broncas – rsrsrsrs, é o fato de, por trabalhar em casa, eu achar que posso sentar na mesa do escritório a hora que eu quiser, inclusive depois das 20h00, 21h00, sábado e domingo e achar que moro sozinha. Grande engano, meu marido sai super cedo de casa e volta geralmente às 19h00. Tem dias que vejo ele na porta do meu escritório me olhando e dizendo: estou com fome, podemos jantar? Ou “não tínhamos combinado de sair, você não vai se arrumar, já estamos atrasados!” Coisas de marido e mulher…

Explora Patagonia:

Imagens: Divulgação.


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As 100 Dicas do Home Office



As 100 Dicas do Home Office: Um Guia Básico para Montar e Manter seu Escritório em Casa – Marina e André Brik – Prefácio de Jaime Lerner – 64 pág – 13,5X21cm


À venda também nas livrarias Cultura e Curitiba.

Veja aqui a opinião da mídia sobre o livro.

Obs: Na compra através do GoHome, o livro terá custo adicional de R$ 5,00 referente ao envio por carta registrada. O prazo para recebimento é de 5 dias úteis + prazo dos Correios.


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Sesta: cochilo renovador

A preguiça é um dos principais pecados do home office. Mas existe uma exceção: o cochilo também conhecido como sesta. A sesta obedece a um ciclo natural de sono que é uma ferramenta importante para reparar o sono, evitar a fadiga, aumentar a produtividade e também a atenção, reduzindo erros e acidentes.

Ao prevenir a fadiga, o cochilo breve aumenta nossa resistência, reduzindo o risco de doenças físicas e mentais. Este recurso já foi testado e aprovado pelos gênios da criatividade e gerência: Winston Churchill, John F. Kennedy, Henry Ford, Albert Einstein e Thomas Edison.

Você pode fechar os olhos por 15 minutos, ou tirar um cochilo de meia hora. O que funcionar melhor para você. Procure não passar dos 30 minutos, para não atrapalhar o sono da noite e para evitar a inércia do sono (quando a pessoa acorda com sensação de canseira, mais lenta, como se o corpo ainda estivesse dormindo). O conselho é de Stella Tavares, neurofisiologista do Hospital Israelita Albert Einstein e autora do livro Durma Bem, Viva Melhor, na matéria da Veja sobre o assunto.

A idéia aqui é prevenir contra a fadiga, ou seja, descansar um pouco antes de ficar cansado demais.

A Superinteressante traz uma lista de empresas que já utilizam este recurso, que beneficia tanto funcionários como empresa.

Estas empresas já disponibilizam salas com isolamento acústico, decoradas com puffes e futtons para estimular a sesta. Mas você conhece lugar melhor para tirar esta soneca do que o seu próprio sofá?

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