Os dois caminhos do home office
18 Janeiro 2011 por André BrikEstou lendo um livro muito bom chamado “The Home Office from Hell Cure” (A cura do home office do inferno), que traz dicas para sanar problemas corriqueiros enfrentados por quem trabalha de casa. Bem interessante é a forma pela qual o autor Jeff Landers divide os capítulos, escrevendo para dois perfis distintos de pessoas: 1. “Mestres ambiciosos” ou 2. “Gurus de Estilo de Vida”.
Os “Mestres Ambiciosos” trabalham em casa “por enquanto”. O Home Office é somente uma fase de casulo na metamorfose até transformar sua empreitada em uma grande empresa. O autor cita alguns exemplos inspiradores para quem se encaixa neste perfil: Bill Gates (Microsoft), Martha Stewart (Revista Living, programas de TV e “golpes em geral”), Jeff Bezos (Amazon), Steve Jobs (Apple) e Michael Dell (Dell Computadores).
Já os “Gurus de Estilo de Vida” gostam tanto de trabalhar de casa que não trocam isso por nada. E para manter a vida como está, devem tomar uma série de atitudes para driblar a parcepção de “amadorismo” que podem passar a seus clientes e prospects. Entre eles, um esquema que ainda não vi no Brasil (atenção empreendedores imobiliários: pode ser uma boa uma oportunidade), que é alugar uma sala comercial “virtual” com endereço em uma parte da cidade bem corporativa (para o cartão de visitas ficar bem “vistoso”). Quando seu cliente liga para sua empresa, uma secretária (compartilhada com outras empresas) atende com uma saudação customizada para sua empresa. Correspondências que chegam neste endereço, são reencaminhadas para sua casa. E se precisar de uma sala de reunião, basta agendar um horário neste mesmo endereço. E assim, sua empresa fica com cara de profissional, mesmo que você continue trabalhando de pijamas.
Em qual dos dois perfis você se encaixa?
E já que estamos falando em parecer maior do que é, encontrei uma curiosidade na internet. A empresa Thriving Office comercializa uma gravação com sons de escritório (nas versões “Pouco movimento” e “Bem movimentado”) para deixar de fundo quando está falando com o cliente. A empresa garante que ele cobre sons “caseiros” como bebê chorando ou cão latindo.
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