Mais dicas para uma mãe no home-office: entrevista com Maggi Krause

30 Agosto 2008 por admin

A Maggi fez o que muitos não aconselham fazer: largar um emprego “estável” (se é que ainda existe algo assim) e migrar seu trabalho para casa. Mas quem não arrisca, não petisca: trabalhando em um home-office a Maggi passa menos tempo no trânsito, mais tempo com os filhos e trouxe para sua vida não só um grande ganho na qualidade de vida mas seus projetos pessoais e profissionais vão de vento em popa. Na entrevista abaixo, a Maggi passa algumas dicas que facilitaram esta transição. Aproveite!
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1. Quais os preparativos que devem ser feitos por uma mãe que trabalha fora e pretende montar um escritório em casa?
No meu caso, acho que o mais importante foi criar a disposição interna, ou seja, amadurecer a idéia de que seria possível sobreviver e fazer diferença no mercado sem estar atrelada a uma grande empresa. Depois de trabalhar quase 14 anos na editora Abril, desde formada na faculdade, eu praticamente era uma cria da empresa e, mais do que isso, tinha uma posição destacada e respeitada. Credito a um ano de terapia floral, com apoio da minha terapeuta, a coragem para dar esse passo e acreditar no meu potencial. O apoio do meu marido contou demais também, claro! A parte física, ou seja – espaço de trabalho e equipamento –, é mais fácil de resolver do que a confiança e a auto-estima!! Leia o resto deste artigo »

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Meu chefe agora sou eu (por Maggi Krause)

30 Agosto 2008 por admin

Depoimento excelente da Maggi. Definiu muito bem os “prós” e “cons” do home-office, mostrou que não existe “benefício salarial” maior do que ter tempo para curtir os filhos, e que o auge da carreira (e um dos seus maiores desafios) é ser o chefe de si mesmo.

Boa leitura!

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E confesso a vocês, sou dura comigo. Estabeleço metas às vezes difíceis de cumprir, almejo a eficiência e me dedico bastante. Procuro palavras com zelo, me coloco no lugar do escritor, me imagino na cadeira do leitor… meu cérebro se exercita o tempo todo! Pena que eu não dê tanta atenção ao meu corpinho, que bem precisava de umas aulas de alongamento!

Mesmo transferindo o escritório para dentro de casa, continuo regida por agendas e de olho no relógio - que é para não perder o pé, nem o horário de buscar alguém na escola, levar para o ortodontista ou à aula de natação… A idéia, afinal, era ficar mais com os meninos ou seguir carreira solo? As duas alternativas são válidas e, verdade seja dita, a vida de equilibrista assim ganha tempero: é dentro da mesma casa que preciso provar que sou boa profissional e ao mesmo tempo, que sou uma mãe melhor e mais dedicada. Uf, que cobrança digna de chefe!

O fato é que tem cada vez mais gente trabalhando em casa e, como tudo na vida, essa realidade tem “pros & cons”, como diriam os americanos. Uma das grandes vantagens é deixar de enfrentar pelo menos 1h30 de trânsito caótico em Sampa para ir e voltar da empresa. Esse tempo pode ser aproveitado para uma caminhada matinal, um pulo no supermercado ou para horas extras na edição de textos. Aliás, trabalho mais horas em casa por um motivo simples motivo: não perco tempo em reuniões, em cafezinhos, em burocracia ou conversas telefônicas. Tudo é mais focado, mais trabalhoso, exige concentração e faz muito mais sentido (uf! que alívio tirar essa conclusão). Leia o resto deste artigo »

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Tem um bebê no escritório (por Eduardo Zambelli)

21 Agosto 2008 por admin

Muito bacana o depoimento do Eduardo no blog Vida de Equilibrista. Tanto que fiz questão de trazer para o GoHome… Segue abaixo: confiram!
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Há pouco mais de um ano, decidi que o excesso de trabalho e o estresse como diretor de criação de uma agência de design não cabiam mais na minha vida. Queria mudar de vez e investir na carreira, e a idéia era montar um escritório em casa. Na mesma semana em que pedi demissão, minha mulher descobriu que estava grávida! Depois da alegria da notícia, claro, cheguei a pensar em voltar atrás na decisão, mas ela me deu a maior força para virar a mesa.

Saí da agência, continuei a prestar serviço para eles e para outras agências, além de conseguir clientes diretos depois de um tempo. No apartamento, transformei um dos quartos em escritório, comprei bons equipamentos e montei uma estrutura de trabalho virtual que funciona muito bem para esse meu trabalho de criação e design. Estou tranqüilo com minha escolha e com meus ganhos, pois estou envolvido em muitos projetos. Leia o resto deste artigo »

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Dados home office Brasil (por Maggi Krause)

21 Agosto 2008 por admin

Publicado no blog Vida de Equilibrista, um artigo que compila as poucas informações sobre este segmento no Brasil. O texto é de Maggi Krause. Confiram!

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Diz um comercial recente na TV que, num futuro próximo, cerca de ¼ das pessoas economicamente ativas vai trabalhar em casa ou em estações de trabalho distantes da empresa. Isso não é uma confirmação, mas aponta uma tendência!

Só nos últimos 5 anos, o número de pessoas que trabalham por conta própria cresceu 22% no Brasil.

As empresas descobriram que o trabalho remoto pode sair mais em conta e o funcionário, mais motivado, também rende mais. Por isso, na década passada, nos Estados Unidos, 10 milhões de empregados foram cumprir parte de seu expediente em casa.

No Brasil, 4 milhões de pessoas passaram a trabalhar de suas casas.

Segundo a revista Veja, em artigo de 06/08/2008, cerca de 10% desses brasileiros saíram em busca de uma alternativa, principalmente por causa da solidão. Aumentou a procura por salas compartilhadas, onde os contatos com outras pessoas são uma constante.

De acordo com a pesquisa Economia Informal Urbana, feita pelo IBGE e o Sebrae e divulgada em julho de 2005, 10 milhões de brasileiros (entre eles, 3 milhões de mulheres) se dedicam a pequenos empreendimentos - e 34,9% deles desenvolvem essa atividade em domicílio.

Acredito que um dos fatores determinantes para que as mulheres migrem para o trabalho em casa é a oferta escassa de empregos formais.

Além disso, nas classe sociais A e B, a busca de alternativas que procurem flexibilizar horários de trabalho para poder dar mais atenção à família é um universo possível, principalmente quando o orçamento familiar se baseia nos rendimentos do casal.

Mulheres que compartilharam as conquistas econômicas da família - e poderiam se considerar tão provedoras quanto os maridos - muitas vezes fazem acordos com eles, mudam de atividade e abdicam de parte do salário em troca de horas a mais com os filhos!

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Vida de Equilibrista: especial para mães que trabalham de casa

19 Agosto 2008 por André Brik

O site Vida de Equilibrista é uma referência para mães que trabalham de casa. Para quem não conhece, vale a pena conferir as dicas, discussões e enquetes sobre o assunto. Principalmente agora que o tema da quinzena (a partir de 20/08) será “Trabalho no Ninho”, ou seja, mães que tocam a carreira e a maternidade, sem deixar os pratos cairem. E não esqueçam de adicionar aos favoritos!

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Mais dicas para uma mãe no home-office: entrevista com Julyana Bortolotto

15 Agosto 2008 por André Brik

A Julyana Bortolotto é arquiteta em SP, muito competente e mãe-presente de uma duas filhas (”polacas fantásticas”, segundo a definição da nossa amiga Ana Cristina). Seguem abaixo as respostas da Julyana para nossa entrevista-padrão direcionada a mães home officers.

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1. Quais os preparativos que devem ser feitos por uma mãe que trabalha fora e pretende montar um escritório em casa?
Reservar um local adequado para este trabalho e saber equilibrar o tempo pessoal do profissional.

2. Que mudanças aconteceram no convívio familiar depois que você passou a trabalhar de casa?
Passei a trabalhar em casa após o nascimento de minhas filhas. Acho que tenho a oportunidade de ficar próxima à elas e a vivenciar muito mais seu cotidiano, mesmo sem estar diretamente ao lado delas todo o tempo, o que fortalece o convívio familiar.

3. Como se concentrar no trabalho com as interferências, demandas e necessidade de atenção de um filho?
È difícil as vezes… o ideal é que o espaço físico no qual se trabalha tenha uma separação da “casa”, pode até ser um quarto da casa no qual pode-se fechar a porta quando um assunto requer mais atenção ou privacidade. Também acho que a não ser que o espaço seja realmente fora de casa (num anexo ou com acesso separado) acho que deve-se evitar de receber estranhos em casa (forncedores, clientes, etc…) que não sejam do seu convívio. O ideal é nós mesmas nos deslocarmos a eles. Também acho importante transmitir aos filhos a importância do trabalho da mamãe e a importância em respeitar isto, não atrapalhar qdo a mamãe estiver ao telefone ou mesmo esperar para poder falar com a mamãe quando ela está no meio de um trabalho. Mas na prática a idéia é mesmo que estas interferências e demandas que ocorrem sejam atendidas por nós, senão do que adianta estar em casa? Vale a ajuda de uma babá, é claro! Leia o resto deste artigo »

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