As aventuras de um “Home Officer” (colaboração Rubens Pimentel)

25 Março 2008 por admin

Este artigo – escrito pelo Rubens e publicado no site Paran@shop – fez com que a gente se sentisse em casa…

Entramos em contato com o autor e pedimos autorização para publicá-lo também no blog. Ele não só permitiu, como prometeu um segundo texto para postaremos aqui em breve!

Divirtam-se!

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As aventuras de um “Home Officer”

Trabalhar em casa. Qualidade de vida. Ficar próximo a família e das crianças. Trabalhar de bermuda. Ter flexibilidade de horário. Colocar a condição física em dia. Diminuir o estresse. Ganhar produtividade. Ter mais privacidade. Entre outras tantas coisas…

Foi assim sonhado por mim e por outros executivos e é sonhado ainda por muitos que sonham com as benesses deste formato de trabalho. Vamos então contar como é a experiência de um Home Officer novato.

Existem duas maneiras de se tornar um Home officer: ou você decide que vai trabalhar neste formato e vai ou sua empresa lhe propõe montar um escritório em sua casa, seu chefe faz um discurso bonito incluindo todas as maravilhas do primeiro parágrafo e te mandam não para o olho da rua, mas para casa.

Aí começam as descobertas que eu chamo de “mais que interessantes” e a primeira delas que eu vivi está relacionada com o mesmo pessoal que planeja colocar você trabalhando em casa, ou seja, os presidentes das empresas. Nas reuniões eu contava com muito orgulho que estava trabalhando em casa e comecei a perceber que o pessoal fazia uma cara muito estranha. Perguntei certo dia a um executivo mais chegado o que estava acontecendo e ele me disse:

- Trabalhar em casa é sinônimo de vagabundagem ou que você está desempregado e fazendo um bico, diga que você trabalha em seu Home Office.

Eu perguntei, então, qual a real diferença e ele respondeu que nenhuma, parou pensou e disse é igual, mas se quiser causar boa impressão diga a mesma coisa diferente. Entendi !?

Muito bem, acertei meu vocabulário e lá fui eu feliz da vida para meu home Office, para fazer a segunda “descoberta mais que interessante”. Eu jamais tinha me treinado em autodisciplina e as coisas começaram a se complicar de verdade durante a Copa do mundo. Jogo que antes eu não poderia assistir, só via os do Brasil, estavam agora disponíveis. Eu trabalhando e na sala ao lado meu filho assistindo um magnífico Irã contra Angola e eu tentando me concentrar. Perto das crianças, “pero no mucho”

As “descobertas mais que interessantes” continuam com as primeiras complicações com os brinquedos tecnológicos. Na corporação o pessoal de T.I. e Suporte ao Usuário resolvem todos nossos problemas, entretanto em regime de home Office você deve, se desejar produtividade e rapidez, resolver sozinho seus problemas. Vai ter que entender bem de tecnologia da informação incluindo hardware, software, antivírus, redes e todo o mais que se refere a seus instrumentos de trabalho.

No entanto, nada é mais cruel do que a mistura que acontece naturalmente entre o trabalho em home Office e os afazeres de casa. Você deve ser xiita, pois caso contrário não vai fazer bem nem uma coisa nem outra.

Mais do que planejar a mudança sugiro que você planeje o início, digamos os primeiros cem dias de independência, e planeje bem para não virar um alforriado sem direção e perdido. Isto envolve mudanças de paradigmas e modelo mental em você, sua família e amigos.

Estipule horários, use agendas e smartphones para organizar seu dia de trabalho, seja cruel com os roubadores de tempo. Divida seu tempo entre atividades de execução, estudo e bem estar. O que chamamos de Corpo, Mente e Alma.

Afine seu instrumento principal e ajuste suas atitudes. Se você se comportar como se comportava na corporação seu destino será fazer uma grande confusão, não há horários, chefes, reuniões chatas e tudo mais que havia lá. No home Office é só você, portanto, organize-se.

Exija-se entregar mais em menos tempo sempre e você verá, aí sim, um enorme aumento de produtividade e satisfação profissional e pessoal.

Ah! Duas coisas muito importantes para finalizar: não se esqueça de educar com firmeza e gentileza sua família e aí incluo seu pet e sua empregada. E nunca diga, como eu disse que você trabalha em casa, sua turma vai pensar que você desbundou de vez, virou vagabundo, ficou desempregado e não quer mais nada com o batente.

* Rubens Pimentel Neto formou-se em Marketing pela ESPM - Escola Superior de Propaganda e Marketing. Aperfeiçoou-se através do MBA com ênfase em Gestão Empresarial pela FEA-USP e pós graduação em Finanças pela FAE - Curitiba. É especialista com larga experiência em marketing, comunicação, vendas e gestão comercial. Atuou como executivo em empresas líderes de mercado como Moore Formulários, GTech, Bovespa, Grupo Estado, entre outras. Atualmente é diretor da Ynner Marketing, professor de estratégia e marketing em cursos universitários e, também, vice-presidente do Comitê de Gestão de Vendas da Associação Brasileira das Relações Empresa-Cliente.

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Preguiça: 7 dicas para engatar uma primeira

11 Março 2008 por André Brik

Manhãs de frio, chuvinha lá fora, sem ninguém para controlar seu horário: está é a fórmula da procrastinação – ou a síndrome do “daqui a pouco eu começo”. A vantagem do home office é que ele permite que você leve seu pequeno para passear na pracinha no meio da manhã. A armadilha de quem trabalha de casa é que ele permite que você leve seu pequeno para passear na pracinha no meio da manhã. E também que você leia o jornal, tome aulas de tenis, pegue uma praia… O problema aqui não é a possibilidade de aproveitar a liberdade, mas a dificuldade de equilibrá-la com uma rotina de tarefas. A boa notícia é que com alguns macetes e um pouco de prática, você pode ter o melhor dos dois mundos sem culpa, sem estresse e com motivação e muita eficiência.

Seguem abaixo 7 dicas úteis e práticas para desamarrar o bode e pegar o touro pelos chifres. Foram compiladas do livro “Working from home”.

1. Tome uma atitude. Estabeleça uma ação pontual e condicione-se a começar o dia de trabalho após executar esta tarefa. Ex.:
a. Sente-se na cadeira do escritório
b. Arrume a mesa
c. Ligue o computador
d. Aponte o lápis
e. Separe documentos importantes que vai usar
f. Revise sua agenda ou lista de “para fazer” do dia
g. Digite o telefone de uma ligação que precisa fazer

2. Comece pela tarefa mais interessante que você tem para fazer

3. Comece fazendo perguntas
a. O que eu quero ter realizado no final deste dia?
b. Quais são as tarefas do dia que mais me preocupam?
c. E agora, o que eu preciso fazer na sequência?
d. O que vai acontecer se as tarefas com prazo para hoje não forem completadas?

4. Estabeleça um prazo final para si mesmo. Ou comente com alguém que vai completar a tarefa neste prazo.

5. Se auto-suborne. “Se eu completar esta tarefa, eu vou poder…”

6. Transforme a tarefa em um jogo. “Vamos ver quantos destes eu consigo terminar até as 18h” ou “Vou conseguir fazer três ligações em 10 minutos?”

7. Use aforismos e ditados populares motivadores como “Deus ajuda quem cedo madruga”, “Primeiro a obrigação, depois a diversão”, etc.

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Gestantes de empresas

11 Março 2008 por André Brik

Segundo artigo da BBC Brasil, um estudo realizado pela empresa yell.com revela que 40% das mães que criaram seu próprio negócio tiveram a idéia quando estavam grávidas ou dentro de um ano após o nascimento do bebê.

Além disso, 92% das empresárias com filhos atribuem à gravidez o desenvolvimento de habilidades que contribuiram para o seu sucesso. Entre estas competências estão a capacidade de realizar multitarefas, planejamento de atividades futuras e maximização da eficiência. O Psicólogo Geoffrey Beattie defende também que o estado de espírito elevado pela chegada do bebê, contribui para uma atitude otimista frente ao risco inerente à abertura de um novo negócio.

A pesquisa constata ainda que a flexibilidade e a liberdade permitidas pela internet são essenciais para que as mães-empresárias possam trabalhar e cuidar dos novos integrantes da família.

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Por quanto tempo guardar contas e documentos?

11 Março 2008 por André Brik

Nós temos um arquivo debaixo da escada. É um arquivo grande, de ferro, do tempo em que os documentos eram datilografados em 3 vias, com papel carbono e duas delas arquivadas em pastas suspensas. Agora com a internet tudo isso mudou. Ou não? Bem, só de contas de celular, temos 8 novas folhas por mês, e nem nosso arquivo burocrático tem dado conta do recado (em 3 vias)… E por conta do espaço reduzido – e da tentativa de evitar que o escritório invada sua casa – a papelada acaba sendo uma grande inimiga do home-office. Sem mais delongas, segue abaixo uma lista de prazos de armazenagem, segundo o IDEC (Instituto de Defesa do Consumidor), a Associação Nacional dos Usuários de Cartão de Crédito e o Banco Central:

Guarde por 1 ano:
Contratos de seguro (incluindo Seguro Saúde)
Convênios médicos (quando usados para dedução no IR, guarde por 5 anos)
Licenciamento e seguro obrigatório do carro (guardar até ser renovado pelo do ano seguinte)

Guarde por 2 anos:
Carnês (ou até ter em mãos o contrato de compra)
Multas de trânsito

Guarde por 3 anos:
Contrato de aluguel

Guarde por 5 anos:
Pagamento de condomínio
Mensalidades escolares (se usados no IR - senão guarde por 2 anos)
Comprovantes para o IR
Contas de água, luz, telefones (fixo e celular), TV a cabo e gás
Faturas de cartão de crédito
Plano de Saúde
Notas de serviços de profissionais liberais
Contracheques/hollerites (para ex-empregados em empresas)
Recibos de pagamentos de empregados domésticos (jardineiros, babás, diaristas, etc)

Guarde por 6 anos:
IPTU, IPVA e IR

Guarde até o pedido de aposentadoria:
Contracheques/hollerites (para autônomos)
Carnês de INSS (para autônomos)

Outros:
Nota fiscal de produto: durante a vida útil do produto
Consórcios: até a liberação da alienação fiduciária
Prestação de imóveis: até o final do financiamento
Certificado de compra e venda do Detran: até que o veículo seja vendido ou trocado

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Projetos e idéias: Casa Claudia

11 Março 2008 por André Brik

Encontrei no site da Casa Claudia algumas idéias interessantes para montar ou decorar seu home-office, principalmente para escritórios em apartamentos e espaços reduzidos.

Como bônus, a reportagem “Um espaço para morar e trabalhar” que traz projetos de 4 escritórios em casa com depoimentos dos home-officers.

Aproveite!

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O home office segundo Martha Stewart

8 Março 2008 por André Brik

Estas dicas vieram do site da Martha Stewart, a rainha do faça-você-mesmo americana – que além de ter ótimos macetes sobre home office, sabe muito bem onde e quando aplicar suas ações na bolsa (mas esta já é outra história…rs). Seguem as dicas:

Cobras na gaiola
A confusão causada pela fiação dos equipamentos do escritório – telefones, fax, impressora, scanners e luminárias – pode ser facilmente resolvida pendurando uma cesta de plástico sob a mesa. Para saber quem é de quem ali dentro, basta colar etiquetas indicativas.

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Carrinho
Uma prateleira aberta, com rodízios e cestas de palha, serve para deixar papéis e documentos antes de arquivá-los. Colocando o telefone sobre a prateleira você ainda ganha mais espaço na sua mesa e flexibilidade no escritório.

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Clipes fixos
Para lembrar eventos, encontrar contas e não perder avisos importantes, parafuse alguns clipes de pasta (daqueles americanos, veja a foto) na parede.

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Home office de armário
Quando o espaço é muito limitado, seu home-office pode ser montado dentro de um armário. As grandes vantagens neste caso são: 1. fechou a porta, organizou a bagunça, e 2. é mais fácil de confinar o escritório, não permitindo que ele invada o espaço da casa. Atenção para os detalhes: fitas em zig-zag transformam as portas em quadros de avisos, furos no fundo do armário para esconder a fiação e divisórias específicas para cada uso (envelopes, papel carta, etc) ajudam na organização do espaço.

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Baú de avisos
Algumas dobradiças, MDF, uma chapa de cortiça e alguma habilidade (ou o telefone de um bom marceneiro) transformam um móvel tradicional e que costuma ser um estorvo em um mini-escritório multifuncional.

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Back to business
Móveis dos anos 40, 50 e 60 costumam ser desvalorizados ou vistos como feios e pesados. Mas uma boa renovação pode transformar o velho em vintage, deixando seu home-office muito mais “estiloso”. Nos exemplos a seguir, um armário hospitalar dos anos 40 foi restaurado e repintado com tinta automotiva e as cadeiras dos anos 50 foram reestofadas com couro. Prestar atenção nos detalhes do design e nos processos de fabricação da época acabam fazendo uma grande diferença nestes casos.

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