março, 2013

  • Trabalho remoto é o trabalho do futuro, diz Domenico De Masi

    Domenico De Masi, sociólogo italiano e autor do famoso livro O Ócio Criativo, sempre defendeu a flexibilização do trabalho e a redução de jornadas como formas de se trabalhar melhor, com mais qualidade. Em passagem pelo Brasil, o professor da universidade romana de La Sapienza afirma que “o Brasil não é o melhor dos mundos possíveis, mas é o melhor dos mundos existentes”. De Masi ainda comenta que depois de copiarmos o modelo de trabalho europeu e americano, ambos em pleno declínio, chegou a hora de o Brasil mostrar uma formatação inovadora.
    Acompanhe os trechos onde ele comenta sobre o futuro do trabalho (via Folha de S. Paulo):

    Futuro
    Tele-aprenderemos, tele-trabalharemos, tele-amaremos e tele-divertiremo-nos. O trabalho ocupará apenas um décimo de toda a vida dos trabalhadores. As mulheres estarão no centro do sistema social. O mundo será mais rico, mas continuará desigual. A estética dos objetos e a cortesia nos serviços interessarão mais do que sua evidente perfeição técnica. A homologação global prevalecerá sobre a identidade local.

    Screen Shot 2013-03-27 at 09.10.59

    Teoria
    Hoje, a força de trabalho é composta apenas por um terço de operários, outro terço de trabalhadores intelectuais em funções executivas (bancário, recepcionista etc.) e um último terço de funcionários com atividades criativas (jornalista, profissional liberal, cientista etc.).

    Se o trabalho for repetitivo, cansativo, chato, de subordinação, reduz-se a uma escravidão, a uma tortura, a um castigo bíblico. Nesse caso, a única defesa consiste em trabalhar o menos possível, pelo menor número de anos possível.

    Mas se, em vez disso, for uma atividade intelectual e criativa – que corresponde à nossa vocação e ao nosso profissionalismo -, então ocupa toda nossa inteligência e satisfaz nossas necessidades de auto-realização. Nesse caso confunde-se o trabalho com o estudo e com o lazer, transformando o trabalho em ócio criativo.

    Na vida pós-industrial, organizada para produzir principalmente ideias, não existe trabalho e não existe horário. Existe apenas ócio criativo, que dura 24 horas, mesmo quando se dorme e se produz ideias sonhando.

    Prática
    As empresas ainda não se deram conta deste novo momento global. A oferta de trabalho diminui e a procura por trabalho cresce, mas as empresas não reduzem a carga horária. Poderíamos trabalhar todos e pouco, mas alguns trabalham dez horas por dia enquanto seus filhos estão desempregados.

    As tecnologias da informação possibilitam o teletrabalho, mas todos continuam a trabalhar nas empresas. A produção de ideias precisa de autonomia e de liberdade, mas as empresas tornam-se cada vez mais burocráticas. As distâncias culturais entre os chefes e os funcionários diminuem, mas as das faixas salariais aumentam. As empresas pregam colaboração, mas estimulam competitividade.

    Acompanhe a matéria na íntegra neste link.

  • Secretária remota: nova carreira em ascensão

    O GoHome conversou com Deisiane Zortea Kuckla, uma empreendedora de União da Vitória (PR), que mora em Curitiba e desde o início de 2011 trabalha como secretária remota. Seu exemplo é um case de sucesso de empreendedora que correu atrás do que queria, se planejou (fez pesquisa de mercado e plano de negócios) e implementou a ideia. “Já trabalhava há anos como secretária em um escritório de arquitetura e analisava a ideia de trabalhar em casa. Percebi que havia uma necessidade de organização da vida profissional, especialmente dos profissionais liberais. Nos Estados Unidos o serviço de assistente virtual é bem comum, mas vi que no Brasil ainda estava começando”, comenta Deisiane. Depois de muita pesquisa própria e consultoria do SEBRAE, ela montou seu escritório em casa, onde já tinha mobiliário adequado e adquiriu um notebook, além de instalar banda larga para poder realizar seu trabalho.

    Foto Luiz Costa

    Deisiane já iniciou seu trabalho com clientela, inclusive alguns clientes surgiram a partir da pesquisa de mercado. “Quando eu perguntava sobre a demanda dos serviços, algumas pessoas respondiam: ‘sério que existe este serviço em Curitiba? Eu preciso disso'”, conta. De lá para cá, Deisiane fez algumas adaptações em seu pacote de serviços, mas sua agenda comporta todo o trabalho de secretariado, administrativo e até RH e financeiro, como contas a pagar, prospecção, contratação, agenda, orçamentos, etc. Para o serviço de atendimento telefônico, Deisiane conta com a parceria de uma colega que atende os ramais com script pré-definido.

    Como funciona
    O serviço da secretaria remota é cobrado por hora e Deisiane define com o cliente o pacote mensal. Caso ultrapasse o limite, ela avisa e combina os extras com o cliente. A secretária atua como MEI (Micro Empreendedor Individual), fornece nota fiscal para seus clientes (o que ajuda a não configurar vínculo empregatício), e conta que hoje consegue faturar mais do que quando era contratada de uma empresa. “Claro que tem os custos fixos de uma empresa, como telefone e internet. Agora, estou comunicando meus clientes a me ligarem no telefone Voip, para não misturar com o da casa”, explica. Esta é uma separação importante, especialmente para não invadir a privacidade da residência. Deisiane tenta se ater ao horário que definiu para trabalhar, das 8 às 17 horas, com uma hora de almoço. Mas sabe que quando o trabalho exige, vai além desse horário. “Estou me policiando para cumprir este expediente e depois do trabalho poder me dedicar ao meu hobby”, conta Deisiane.

    Sobre as vantagens e desafios de trabalhar em casa, a secretária remota comenta que é uma grande facilidade não ter que sair de casa quando está chovendo, por exemplo, enfrentar trânsito ou ter que levantar muito cedo para chegar ao serviço no horário. “Valorizo a flexibilidade de horários, posso montar a minha agenda. Por isso consigo estar aqui, no café, sendo entrevistada por vocês. Também economizo com combustível, alimentação fora de casa, etc.”. Sobre as desvantagens, Deisiane diz que não consegue elencar nenhuma, a não ser pelo fato de agora ter que dedicar um tempo para organizar as finanças da própria empresa. Mas nada que ela não consiga tirar de letra, não é mesmo? =)

  • Nova tendência nas empresas: garden office

    Cada vez mais, as empresas tentam fazer com que seus ambientes de trabalho sejam mais aconchegantes, chegando o mais próximo possível de um ambiente caseiro. Assim, as pessoas sentem-se mais à vontade e produzem mais. No home office, claro, o garden office pode ser aplicado por quem tem casa ou um espaço verde no condomínio.
    Áreas verdes sempre nos inspiram e, mais importante, é muito mais saudável do que ficar um dia inteiro preso em uma sala fechada no ar condicionado.

    Acompanhe a matéria do jornal O Globo sobre o assunto.

    gerden office

    São 11 horas da manhã de uma sexta-feira e Flavia Miranda, coordenadora de branding da grife Farm, convoca sua equipe e a de marketing para a reunião semanal.

    — Vamos para a sala-jardim — diz a todos.

    Poderia ser o nome de um ambiente recheado de plantas e flores, mas, na verdade, não é bem assim. O jardim do imenso galpão onde funciona a grife, em São Cristóvão, foi incorporado ao escritório (com 30 salas, ao todo) e ganhou uma função que vai além de uma agradável área ao ar livre para pequenos descansos durante a jornada de trabalho. Este tipo de espaço, chamado por paisagistas de garden office (ou jardim-escritório, em português claro) vem se enraizando por aqui.

    No caso da Farm, ele tem chão de pedras, mesa, bancos e poltronas de madeira, flores da estação, trepadeira subindo pela parede, uma mangueira e muitas palmeiras. Os funcionários se espalham por lá com laptops à mão, caneta, papel, cafezinho, como em qualquer reunião mais convencional.

    — Profissionais de todas as áreas usam o espaço — conta Flavia. — Por ser jardim, muita gente acha que reservamos para cá temas mais leves, só ligados à criação, mas reuniões mais burocráticas, de negócios e números, também acontecem com frequência na sala-jardim.

    A imensa área verde da Landscape, empresa de paisagismo em Vargem Pequena, virou bem mais do que apenas um showroom. Além de receber clientes e mostrar-lhes lá mesmo algumas espécies de plantas, é onde o paisagista Claudio Pedalino e a bióloga Suzi Barreto, casal e sócios no negócio, discutem praticamente todas as fases dos projetos com a equipe. Para isso, espalharam cinco mesas de reunião (pequenas, médias e grandes) pelos 500 metros quadrados do jardim, que tem laguinho, pedregulhos, canteiros floridos e deques de madeira.

    Para montar um ambiente de trabalho verde, Susi Barreto explica que é preciso dispor de uma área de, no mínimo, 16 metros quadrados, o suficiente para colocar mesa e erguer um jardim à sua volta. Outro ponto importante é tentar “refrescá-lo”, recorrendo a árvores, estruturas construídas e toldos — com os termômetros fervendo nesta época do ano, haja sombra e água fresca.

    — Nesse tipo de projeto, costumo usar muito samambaias, pelo de urso, columeias e árvores como lofanteras, que produzem sombreado, mas sem ocupar muito espaço — indica Susi.

    A bióloga acrescenta que não se pode esquecer de investir numa boa iluminação, em tecnologia wireless e pontos de energia para carregar o computador portátil e outros equipamentos. E, claro, compor a decoração com móveis que resistam ao tempo, como os de madeira ipê, cumaru, teka e itaúba.

    O quarteto da Ao Cubo Arquitetura seguiu todos os requisitos para criar o jardim que virou sala de reunião numa casa no Humaitá. Debaixo de uma mangueira, numa área de 25 metros quadrados, peças de madeira de demolição integram o cenário juntamente com outras coloridas, repaginadas pelo ateliê Lá na Ladeira.

    — A gente tinha escritório num prédio comercial e observamos que, desde que mudamos para cá, há um ano, os clientes preferem se reunir aqui — conta a arquiteta Paula Paiva, uma das sócias.

    O escritório verde da La Stampa, especializada em design de estampas, fica no terraço de um prédio na Lagoa. O projeto é do arquiteto Ricardo Campos. O quinto andar é o mais concorrido: revestido de tijolos e decorado com mesa, cadeiras e chaises da loja Mac, tem uma vista inspiradora e já reuniu até 60 profissionais numa convenção.

    Na casa que a turma do 6D Estúdio, outro escritório de design, divide com o arquiteto Tiago Bernardes, no Jardim Botânico, há três opções de espaços abertos: um gramado na frente da propriedade, com direito até a uma pequena pracinha; uma varanda na lateral; e um jardim de inverno nos fundos. Segundo Tola Faria, especialista em marketing e sócio do estúdio, as “pensatas” por lá deram tão certo que hoje eles convidam palestrantes para abordar temas ligados à criação, debatendo com colegas e amigos. Tudo ao ar livre.

    — Num ambiente assim, dá para você passar até cinco horas focado numa reunião sem se sentir cansado — defende Tola. — É tão produtivo que deveria ser adotado por profissionais de qualquer área.

    Copyright © 2013 O Globo S.A.

  • Mãe no home office: dá-se um jeito para tudo

    Confira mais esta matéria exclusiva do GoHome com a mamãe e assessora de imprensa Danielle Sommer. Veja quais são os malabarismos que ela faz para cuidar do David, de quatro meses, e trabalhar.

    Home office e maternidade

    A tarefa não é fácil, mas também não é impossível. Danielle Sommer que o diga. Desde que o David nasceu, há quatro meses, ela se desdobra para cuidar do neném e da carreira. Para tanto, desenvolveu “técnicas” próprias e contou também com o apoio dos clientes e da sócia, Rafaela Salomon, que entendem perfeitamente a situação. Como não é registrada, e sim sócia na assessoria de imprensa, Dani não teve uma licença-maternidade padrão. Então, foi inviável se ausentar por quatro meses. É aí que entra o home office. “A salvação é que grande parte do meu trabalho pode ser feito pelo computador, com ajuda do telefone. Logo na primeira semana após o nascimento do David já comecei a fazer o que era urgente de casa. O meu sofá se transformou no escritório. Não é o adequado, mas eu levava o notebook para o sofá e na frente ficavam o carrinho, cadeirinha e tapetinho de atividades”, comenta. Enquanto o neném fica distraído, Dani aproveita para trabalhar, mas afirma que às vezes dá uma certa culpa por não poder interagir com ele o tempo todo. Porém, ela está ali, sempre ao lado dele. “No começo, enquanto amamentava, não conseguia atender ao telefone ao mesmo tempo e muitas vezes tive que retornar para jornalistas ou clientes um tempo depois”.

    Aprendendo novas técnicas de digitação

    Aprendendo novas técnicas de digitação

    A assessora também conta com uma ajuda extra: a mãe e o marido (que é fotógrafo) têm horários flexíveis e podem ajudar sempre que é preciso. “Muitas vezes minha mãe ficou lá em casa ou fui até a casa dela para poder trabalhar enquanto ela cuidava dele, e eu parava para amamentar, nos dias em que o trabalho estava mais apertado. Quem tem a chance de ter uma babá, sem dúvida, facilita muito o home office”, conta a jornalista. Ela ainda afirma que com um bebê recém-nascido, não tem como adotar horários específicos, então o negócio é ir se adaptando e criando a própria rotina. “Nem sempre conseguimos fazer as coisas na hora que é necessário. Principalmente porque meu filho é um guloso (rsrs), quer mamar de hora em hora e quase não dorme durante o dia. Então, preciso dar muita atenção a ele”. Por isso, Dani costuma adiantar o trabalho à noite, quando o marido já voltou do trabalho, e lida com textos, e-mails, etc., para deixar a pauta do dia seguinte já adiantada. “Assim fico mais livre para fazer trabalhos de última hora ou emergências que surjam”, explica.

    Dani e David (Imagem: Rafael Danielewicz)

    Dani e David (Imagem: Rafael Danielewicz)

    Por ser um trabalho que depende essencialmente do computador e telefone, Dani pretende adotar o home office pela manhã e levar David para o escritório à tarde, no bercinho portátil. Isso até ele completar seis meses; depois, vai para o berçário por meio-período. Durante esta experiência intensa de mãe recente e home officer, Dani se esquematizou da seguinte forma: em reuniões, leva o neném e a mãe junto. “Já fomos os três: eu, minha mãe e o David, tanto em reuniões no meu escritório como em clientes. Daí eles ficam na sala de espera e antes ou depois da reunião eu amamento (porque não dá tempo de sair sozinha, com o trânsito, ir para a reunião e voltar, porque o espaço entre as mamadas dele é muito curto)”, conta Dani. Os clientes compreendem a situação e alguns até brincam quando ligam: “pode falar ou está amamentando?” Quando não podia atender, Dani mandava uma mensagem para o cliente dizendo que estava amamentando e já retornava. “No começo tinha receio de fazer ligações com medo que ele chorasse no meio, mas agora ligo e atendo e se ele começa a chorar, peço desculpas e explico que estou com bebê pequeno, trabalhando de casa. Acho que todo mundo entende e sabe que nem sempre é fácil conciliar a carreira com a vida de mãe”, finaliza.

    Grande exemplo, Dani! Super mãe, com jogo de cintura, e profissional. Mais uma inspiração para as mães em home office. Go Mães!

  • 10 dicas sobre o que fazer e não fazer no home office

    Acompanhe as dicas para ter um home office de sucesso:

    As 5 dicas de Sucesso

    1. Analise se você tem o perfil para trabalhar em casa:
    Antes de migrar seu trabalho para o home office, faça uma auto-análise para saber se você é disciplinado, auto-motivado e consegue trabalhar sem a convivência de colegas. Não é todo mundo que consegue trabalhar em casa.

    2. Evite improvisos:
    Possua o equipamento essencial para desenvolver seu trabalho e o mobiliário adequado, com móveis ergonômicos e profissionais.

    3. Mostre que você é PRO:
    Como ainda existe um certo preconceito, quem trabalha em casa tem que provar em dobro que é profissional. Vista-se para trabalhar (nada de pijamas), evite locais da casa com ruídos domésticos (cães latindo ou bebês chorando) e sempre se refira ao seu home office como um escritório.

    4. Não seja prisioneiro do seu próprio home office:
    Para quem trabalha home office em período integral, é importante se manter atualizado e em contato com outras pessoas. Inscreva-se em cursos, assista palestras e marque almoços com colegas da profissão.

    5. Filhos no home office? Sem problemas!
    O home office permite que você fique mais perto dos seus filhos, mas isso não quer dizer que você vai conseguir trabalhar com crianças brincando dentro do seu escritório. Estabeleça limites, feche portas e contrate uma babá. Caso contrário, não vai conseguir se concentrar ou se comunicar de forma eficaz com seus clientes ou colegas.

    Screen Shot 2013-03-20 at 14.54.33

    As 5 dicas de Insucesso:

    1. Falta de disciplina:
    Trabalhar em casa é uma prova diária de disciplina. As distrações em casa são muitas. Se o home officer não for disciplinado, vai atacar a geladeira, tirar uma soneca de 3 horas após o almoço ou passar a tarde assistindo TV.

    2. Falta de organização:
    É necessário organizar o tempo e também o espaço físico do escritório em casa. Sem organização de tempo, a gente acaba trabalhando de menos ou de mais. E se o home office estiver cheio de entulho, a bagunça acaba contaminando o resto da casa e derrubando a saudável barreira entre a vida pessoal e profissional.

    3. Não ser compromissado:
    Se você trabalha em casa como empresário ou de carteira assinada, não tem ninguém ao seu lado para te cobrar prazos e resultados. Por isso o home officer deve ter auto-gerenciamento e auto-motivação para entregar as tarefas no prazo e com qualidade.

    4. Escolher qualquer lugar da casa para o home office:
    Se você trabalhar na cozinha ou no quarto não vai conseguir ficar afastado do cotidiano doméstico e aproveitar todo o potencial de concentração que o home office pode proporcionar.

    5. Não separar a vida pessoal da profissional:
    Esta é a receita para estragar tanto a vida como a carreira. Enquanto estiver no home office, procure não se distrair com tarefas domésticas ou as demandas dos filhos. Da mesma forma, nos momentos em que estiver com a família, tente não ficar checando seus e-mails ou atendendo telefonemas relacionados ao trabalho.

  • Cuidado com esquemas de dinheiro fácil e rápido

    O GoHome sempre alertou sobre estes esquemas de “ganhe muito dinheiro trabalhando em casa”. Nessas horas, vale o ditado: “quando a esmola é muita, o santo desconfia”. Então acompanhe esta matéria da Folha de S. Paulo alertando sobre o assunto:

    A promessa era enriquecimento rápido. Mas, em vez disso, o estudante de administração Gustavo Warmling, 23, teve prejuízo de R$ 2.000 depois de se cadastrar como vendedor de uma suposta empresa no ano passado.

    “Eles não me falaram do que se tratava até eu chegar a uma reunião que apresentava o negócio”, diz.

    Certas ofertas de trabalho -como “ganhe dinheiro sem sair de casa” ou “pergunte-me como ficar rico”- são comuns especialmente via internet e inspiram cuidados, segundo especialistas consultados pela Folha.

    Muitas delas podem mascarar esquemas conhecidos como pirâmides, que são ilegais.

    A estratégia dessas supostas empresas consiste em seduzir novos colaboradores com propostas para revenda de produtos ou serviços que trariam muito dinheiro em pouco tempo.

    Pela estrutura do negócio, são recrutados constantemente novos colaboradores, que pagam taxas de adesão que podem superar R$ 500. Com isso, a empresa fatura milhões antes que qualquer produto seja vendido.

    Essa prática é diferente da venda direta, destaca o professor Marcelo Pontes, líder da área acadêmica de marketing, pesquisa e economia da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing).

    A venda direta é um modelo tradicional, que consiste na comercialização de produtos porta a porta, sem um ponto comercial fixo, diz.

    Isso está dentro da lei e não representa engodo. “Além disso, o negócio também dá a possibilidade de trabalhar em horários flexíveis e a chance de aumentar a remuneração conforme a dedicação pessoal”, acrescenta Roberta Kuruzo, diretora executiva da ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas).

    Uma das principais diferenças é que, na venda direta, ganha-se comissão pela venda de produtos, enquanto, na pirâmide, ela é paga quase exclusivamente pela adesão de novos vendedores.

    De acordo com Kuruzo, a prática de pirâmide vai contra as regras de ética e conduta da associação de venda direta e nenhuma empresa deve cobrar taxas de adesão.

    No site da ABEVD (www.abevd.org.br), é possível fazer denúncias contra as empresas associadas, caso façam esse tipo de exigência.

    PREJUÍZO

    O estudante Warmling diz que o processo todo das empresas-pirâmides é misterioso e sedutor. “Mostram vídeos de pessoas que enriqueceram. Fiquei tão empolgado que paguei pela adesão.”

    Só depois percebeu que havia caído em um golpe. “Era obrigatória a indicação de novos membros e a compra de no mínimo R$ 500 em produtos por mês para receber a comissão pelas indicações”, afirma.

    13076409

  • São Paulo perde até R$336 milhões com alagamentos

    Em matéria publicada hoje (15.15.13) no Estadão, fica claro como São Paulo perde em rendimento (não só produtividade, mas financeiro mesmo) com enchentes. Cada ponto de alagamento na capital representa uma perda econômica média de R$ 1 milhão para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. E isso significa uma perda de mais de R$ 700 milhões por ano para todo o País. O cálculo foi feito pelo estudo “Economic Impacts of Natural Disasters in Megacities: The Case of Floods in São Paulo, Brazil“, que aguarda publicação na revista Habitat International que teve uma versão divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus).

    Screen Shot 2013-03-15 at 15.13.02

    Professor titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP) e autor da pesquisa, Eduardo Amaral Haddad usou dados do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), da Prefeitura de São Paulo, para identificar 749 pontos de alagamento que ocorreram ao longo de 2008. A partir disso, ele mapeou as empresas localizadas entre 50 e 200 metros do alagamento, que são afetadas de diferentes formas.

    Os impactos, comenta Haddad à Agência Estado, são variados. “Se o alagamento é de manhã, as pessoas não chegam para o trabalho. Ou quando (os trabalhadores) já começam a perceber que vai alagar, antecipam a volta para casa”. Além do mais, continua o economista, “os clientes não chegam, as entregas não saem. A cadeia de valor é interrompida”. Segundo ele, além do impacto direto na firma, o estudo tentou entender as consequências no restante das cadeias de valor. “Elas (as empresas afetadas) são fornecedoras e consumidoras de outras firmas na cidade e no País”, conclui.

    Multiplicando a perda média por ponto de alagamento pelo total mapeado em 2008 pela CGE, a pesquisa de Haddad, que contou com a coautoria da mestranda em Teoria Econômica Eliane Teixeira, chegou a um prejuízo de R$ 250 milhões em termos de Produto Interno Bruto (PIB) do município, em 2008. Fazendo uma projeção para este ano, mantendo os mesmos pontos de alagamento, o economista calcula uma perda R$ 336 milhões, só para o município.

    Interdependência

    De acordo com o professor Eduardo Amaral Haddad, foi possível estimar também os efeitos que as recorrentes enchentes na capital paulista em escala nacional. Isso porque, conforme consta numa versão do artigo para discussão publicada nesta sexta-feira no Nereus, “a cidade de São Paulo está diretamente envolvida em 14,1% em todo o fluxo comercial do País“.

    Dessa forma, o Produto Interno Bruto (PIB) do País deixou de acumular, por interrupções das cadeias produtivas de empresas paulistanas ocasionadas pelos alagamentos, só em 2008, R$ 560 milhões. Projetando para 2013, caso os mesmos pontos de alagamento sejam registrados, o estudo fala em perdas de R$ 762 milhões. “O estudo mostra que (o alagamento) é um fenômeno local. Mas ele impacta toda a cadeia produtiva, todo o País”, resume Haddad.

    —————————–

    Para evitar tantas perdas, que tal as empresas começarem a adotar o trabalho remoto como alternativa? A gente sabe que infelizmente os alagamentos vão continuar e sua solução não é fácil nem rápida. Então, mais home office!

  • As 10 profissões mais bem pagas em home office segundo a Forbes

    Independente da geração à qual pertença, muitos profissionais almejam trabalhar em casa. Os baby boomers esperam receber o mesmo salário evitando o estresse do escritório. A Geração X busca flexibilidade para cuidar dos filhos ou pais que estão envelhecendo. E o mais jovens (Geração Y em diante), estão atraídos pelo modelo “free agency” mais do que nunca.

    Forbes

    Empresas do segmento de tecnologia, saúde e criatividade, cada vez mais se adaptam a esta nova realidade e trabalham com colaboradores home-based. Hoje, físicos e radiologistas trabalham perfeitamente de casa – até melhor do que no escritório tradicional, cheio de distrações. Segundo a Forbes (e U.S. Bureau of Labor Statistics/BLS), estima-se que um físico, por exemplo, receba cerca de US$1.975,00 por semana, tornando-se uma profissão cujo ganho está na casa dos 6 dígitos. Veja outros exemplos na matéria completa neste link.

    A Forbes pesquisou quais são as 10 profissões mais bem pagas em home office (EUA) e eis a listagem (eles não colocaram em ordem crescente):

    1. Físicos e Radiologistas: US$1.975,00 média de ganho semanal
    2. Engenheiro de Software/Computação: US$1.549,00/semana
    3. Gerente Financeiro: US$1.227,00/semana
    4. Professores Pós-secundários: US$1.166,00/semana
    5. Pesquisadores de Mercado: US$1.162,00/semana
    6. Enfermeiras registradas: US$1.055,00/semana
    7. Especialista em Relações Públicas: US$1.126,00/semana
    8. Escritores e Autores: US$987,00/semana
    9. Contadores (analista de impostos): US$1.061,00
    10. Designer Gráfico: US$890,00

  • Para rir (ou para chorar…)

    Cartoon3

  • Como reduzir e otimizar reuniões

    Enquanto você está lendo este texto, centenas de milhares de pessoas estão tomando decisões erradas em salas de reunião pelo mundo. É o que diz a pesquisa de Andreas Mojzisch e Stefan Schulz-Hardt de 2010. A experiência demonstrou que 90% das pessoas em uma reunião expressam suas primeiras impressões, mesmo que não saibam do que estão falando. E sua opinião acaba influenciando as pessoas mais competentes – e portanto mais aptas a tomar uma decisão correta – desviando o rumo da decisão para o lado errado. Isso ocorre por uma acomodação e uma tendência que temos em buscar aceitação. Portanto, quando o grupo sabe de antemão qual é a tendência geral de decisão, prefere acomodar-se e sincronizar as opiniões.

    Para agilizar e otimizar reuniões, permita que seus participantes analisem os tópicos a serem discutidos e busquem suas próprias conclusões antes de entrar na sala de reuniões e ouvirem o que os outros têm a dizer.

    meeting-room-interior-decor-in-dentsu-london-office--920x611

    Extraído e traduzido do livro “100 Things Every Designer Needs to Know About People” de Susan M. Weinschenk.

  • Home Office e GoHome na (PEGN) Pequenas Empresas, Grandes Negócios

    O GoHome foi entrevistado sobre a polêmica do fim do home office no Yahoo! pelo portal PEGN.
    Confira a matéria neste link.

    Pegn 1

    pegn 2

    pegn 3

  • Dinheiro é o que importa? Geração Y acha que não

    No último post da série de conteúdo extraído da revista Info (fev/2013), matéria “O trabalho do futuro” (por Juliano Barreto e Marcus Vinícius Brasil), os assuntos finais são seleção e remuneração dos novos talentos de empresas com modelo de gestão mais moderno. Acompanhe os insights:

    Seleção
    Ao contrário do que a maioria pensa, no momento de selecionar os novos talentos de acordo com a nova gestão da empresa, um currículo estrelado não é fator decisivo. O que conta realmente: facilidade de adaptação, familiaridade com tecnologias colaborativas, comportamento nas redes sociais. Cultural fit é hoje o diferencial dos candidatos que são flexíveis por natureza e isso pode ser notado através de hobbies como tocar um instrumento, praticar escalada ou apreciar cinema clássico, para citar alguns.

    Remuneração
    Com a escassez de mão de obra qualificada, hoje são os candidatos que escolhem aonde querem trabalhar. Por isso, as empresas cada vez mais têm que oferecer atrativos reais, especialmente para a Geração Y. Confira o que algumas empresas ofertam:

    Airbnb: oferece 2 mil dólares ao ano para os funcionários viajarem
    Ask.com: a empresa conta com um organizador de festas, conhecido como “embaixador da diversão”
    Evernote: oferece férias ilimitadas com mil dólares de bônus
    Dropbox: novos funcionários podem escolher a configuração do computador sem limite de gasto
    Facebook: os funcionários que acabam de ter filho são premiados com 4 mil dólares
    Genentech: oferece babás para os filhos dos funcionários, aconselhamento matrimonial e bolsas de estudo no valor de 10 mil dólares/ano
    GetGlue: ingressos gratuitos para cinema
    Google Brasil: no escritório em São Paulo tem sala de massagem, barraca de frutas frescas e restaurants de várias especialidades
    Tumblr: aulas de yoga e festas temáticas após o expediente
    Zynga: pioneira em deixar os funcionários levarem seus cachorros para o trabalho, oferece ainda acupuntura e corte de cabelo

    Tem que ser criativo para oferecer o que realmente interessa a seus funcionários!

    Escritório do Facebook (foto: Cesar Rubio)

  • O último respiro do cubículo

    Há algum tempo vemos empresas brasileiras aderindo à descontração no ambiente de trabalho. Porém, essa estratégia para reter e atrair talentos só funciona se for verdadeira. Confira:

    Ambiente
    Escritórios mais divertidos também estão na pauta das empresas, independente do porte. Nos escritórios do Google e WalMart no Brasil, pode-se ter acesso a salas informais, áreas com fliperama, sala de TV, massagem e, no caso do Google, há até uma estação de gadgets, onde técnicos reparam problemas nos aparelhos dos funcionários. A tendência é que os escritórios tenham mais espaços para reuniões informais e videoconferências.

    As novas gerações extrapolam os limites do trabalho para fora do escritório, é o que afirma Guto Requena, arquiteto responsável pelas sedes das duas empresas americanas no Brasil. Por isso mesmo, os cubículos de trabalho – tão usados nos anos 90 – dão lugar às mesas customizáveis. A ideia de o funcionário levar o trabalho para onde bem entender engloba também o home office e reuniões remotas.

    A Cisco já está a frente nesta questão e promove treinamentos à distância para seus funcionários ao redor do mundo. O presidente da empresa no Brasil, Rodrigo Abreu, afirma que nem teria espaço no escritório para acomodar todos os funcionários. A empresa incentiva o home office e conta com grande parte da equipe nesta formatação.


    Fonte: Revista info – fev 2013, Matéria de capa (O trabalho do futuro, por Juliano Barreto e Marcus Vinícius Brasil)

  • Trabalho remoto é o trabalho do futuro, diz Domenico De Masi

    Domenico De Masi, sociólogo italiano e autor do famoso livro O Ócio Criativo, sempre defendeu a flexibilização do trabalho e a redução de jornadas como formas de se trabalhar melhor, com mais qualidade. Em passagem pelo Brasil, o professor da universidade romana de La Sapienza afirma que “o Brasil não é o melhor dos mundos possíveis, mas é o melhor dos mundos existentes”. De Masi ainda comenta que depois de copiarmos o modelo de trabalho europeu e americano, ambos em pleno declínio, chegou a hora de o Brasil mostrar uma formatação inovadora.
    Acompanhe os trechos onde ele comenta sobre o futuro do trabalho (via Folha de S. Paulo):

    Futuro
    Tele-aprenderemos, tele-trabalharemos, tele-amaremos e tele-divertiremo-nos. O trabalho ocupará apenas um décimo de toda a vida dos trabalhadores. As mulheres estarão no centro do sistema social. O mundo será mais rico, mas continuará desigual. A estética dos objetos e a cortesia nos serviços interessarão mais do que sua evidente perfeição técnica. A homologação global prevalecerá sobre a identidade local.

    Screen Shot 2013-03-27 at 09.10.59

    Teoria
    Hoje, a força de trabalho é composta apenas por um terço de operários, outro terço de trabalhadores intelectuais em funções executivas (bancário, recepcionista etc.) e um último terço de funcionários com atividades criativas (jornalista, profissional liberal, cientista etc.).

    Se o trabalho for repetitivo, cansativo, chato, de subordinação, reduz-se a uma escravidão, a uma tortura, a um castigo bíblico. Nesse caso, a única defesa consiste em trabalhar o menos possível, pelo menor número de anos possível.

    Mas se, em vez disso, for uma atividade intelectual e criativa – que corresponde à nossa vocação e ao nosso profissionalismo -, então ocupa toda nossa inteligência e satisfaz nossas necessidades de auto-realização. Nesse caso confunde-se o trabalho com o estudo e com o lazer, transformando o trabalho em ócio criativo.

    Na vida pós-industrial, organizada para produzir principalmente ideias, não existe trabalho e não existe horário. Existe apenas ócio criativo, que dura 24 horas, mesmo quando se dorme e se produz ideias sonhando.

    Prática
    As empresas ainda não se deram conta deste novo momento global. A oferta de trabalho diminui e a procura por trabalho cresce, mas as empresas não reduzem a carga horária. Poderíamos trabalhar todos e pouco, mas alguns trabalham dez horas por dia enquanto seus filhos estão desempregados.

    As tecnologias da informação possibilitam o teletrabalho, mas todos continuam a trabalhar nas empresas. A produção de ideias precisa de autonomia e de liberdade, mas as empresas tornam-se cada vez mais burocráticas. As distâncias culturais entre os chefes e os funcionários diminuem, mas as das faixas salariais aumentam. As empresas pregam colaboração, mas estimulam competitividade.

    Acompanhe a matéria na íntegra neste link.

  • Secretária remota: nova carreira em ascensão

    O GoHome conversou com Deisiane Zortea Kuckla, uma empreendedora de União da Vitória (PR), que mora em Curitiba e desde o início de 2011 trabalha como secretária remota. Seu exemplo é um case de sucesso de empreendedora que correu atrás do que queria, se planejou (fez pesquisa de mercado e plano de negócios) e implementou a ideia. “Já trabalhava há anos como secretária em um escritório de arquitetura e analisava a ideia de trabalhar em casa. Percebi que havia uma necessidade de organização da vida profissional, especialmente dos profissionais liberais. Nos Estados Unidos o serviço de assistente virtual é bem comum, mas vi que no Brasil ainda estava começando”, comenta Deisiane. Depois de muita pesquisa própria e consultoria do SEBRAE, ela montou seu escritório em casa, onde já tinha mobiliário adequado e adquiriu um notebook, além de instalar banda larga para poder realizar seu trabalho.

    Foto Luiz Costa

    Deisiane já iniciou seu trabalho com clientela, inclusive alguns clientes surgiram a partir da pesquisa de mercado. “Quando eu perguntava sobre a demanda dos serviços, algumas pessoas respondiam: ‘sério que existe este serviço em Curitiba? Eu preciso disso'”, conta. De lá para cá, Deisiane fez algumas adaptações em seu pacote de serviços, mas sua agenda comporta todo o trabalho de secretariado, administrativo e até RH e financeiro, como contas a pagar, prospecção, contratação, agenda, orçamentos, etc. Para o serviço de atendimento telefônico, Deisiane conta com a parceria de uma colega que atende os ramais com script pré-definido.

    Como funciona
    O serviço da secretaria remota é cobrado por hora e Deisiane define com o cliente o pacote mensal. Caso ultrapasse o limite, ela avisa e combina os extras com o cliente. A secretária atua como MEI (Micro Empreendedor Individual), fornece nota fiscal para seus clientes (o que ajuda a não configurar vínculo empregatício), e conta que hoje consegue faturar mais do que quando era contratada de uma empresa. “Claro que tem os custos fixos de uma empresa, como telefone e internet. Agora, estou comunicando meus clientes a me ligarem no telefone Voip, para não misturar com o da casa”, explica. Esta é uma separação importante, especialmente para não invadir a privacidade da residência. Deisiane tenta se ater ao horário que definiu para trabalhar, das 8 às 17 horas, com uma hora de almoço. Mas sabe que quando o trabalho exige, vai além desse horário. “Estou me policiando para cumprir este expediente e depois do trabalho poder me dedicar ao meu hobby”, conta Deisiane.

    Sobre as vantagens e desafios de trabalhar em casa, a secretária remota comenta que é uma grande facilidade não ter que sair de casa quando está chovendo, por exemplo, enfrentar trânsito ou ter que levantar muito cedo para chegar ao serviço no horário. “Valorizo a flexibilidade de horários, posso montar a minha agenda. Por isso consigo estar aqui, no café, sendo entrevistada por vocês. Também economizo com combustível, alimentação fora de casa, etc.”. Sobre as desvantagens, Deisiane diz que não consegue elencar nenhuma, a não ser pelo fato de agora ter que dedicar um tempo para organizar as finanças da própria empresa. Mas nada que ela não consiga tirar de letra, não é mesmo? =)

  • Nova tendência nas empresas: garden office

    Cada vez mais, as empresas tentam fazer com que seus ambientes de trabalho sejam mais aconchegantes, chegando o mais próximo possível de um ambiente caseiro. Assim, as pessoas sentem-se mais à vontade e produzem mais. No home office, claro, o garden office pode ser aplicado por quem tem casa ou um espaço verde no condomínio.
    Áreas verdes sempre nos inspiram e, mais importante, é muito mais saudável do que ficar um dia inteiro preso em uma sala fechada no ar condicionado.

    Acompanhe a matéria do jornal O Globo sobre o assunto.

    gerden office

    São 11 horas da manhã de uma sexta-feira e Flavia Miranda, coordenadora de branding da grife Farm, convoca sua equipe e a de marketing para a reunião semanal.

    — Vamos para a sala-jardim — diz a todos.

    Poderia ser o nome de um ambiente recheado de plantas e flores, mas, na verdade, não é bem assim. O jardim do imenso galpão onde funciona a grife, em São Cristóvão, foi incorporado ao escritório (com 30 salas, ao todo) e ganhou uma função que vai além de uma agradável área ao ar livre para pequenos descansos durante a jornada de trabalho. Este tipo de espaço, chamado por paisagistas de garden office (ou jardim-escritório, em português claro) vem se enraizando por aqui.

    No caso da Farm, ele tem chão de pedras, mesa, bancos e poltronas de madeira, flores da estação, trepadeira subindo pela parede, uma mangueira e muitas palmeiras. Os funcionários se espalham por lá com laptops à mão, caneta, papel, cafezinho, como em qualquer reunião mais convencional.

    — Profissionais de todas as áreas usam o espaço — conta Flavia. — Por ser jardim, muita gente acha que reservamos para cá temas mais leves, só ligados à criação, mas reuniões mais burocráticas, de negócios e números, também acontecem com frequência na sala-jardim.

    A imensa área verde da Landscape, empresa de paisagismo em Vargem Pequena, virou bem mais do que apenas um showroom. Além de receber clientes e mostrar-lhes lá mesmo algumas espécies de plantas, é onde o paisagista Claudio Pedalino e a bióloga Suzi Barreto, casal e sócios no negócio, discutem praticamente todas as fases dos projetos com a equipe. Para isso, espalharam cinco mesas de reunião (pequenas, médias e grandes) pelos 500 metros quadrados do jardim, que tem laguinho, pedregulhos, canteiros floridos e deques de madeira.

    Para montar um ambiente de trabalho verde, Susi Barreto explica que é preciso dispor de uma área de, no mínimo, 16 metros quadrados, o suficiente para colocar mesa e erguer um jardim à sua volta. Outro ponto importante é tentar “refrescá-lo”, recorrendo a árvores, estruturas construídas e toldos — com os termômetros fervendo nesta época do ano, haja sombra e água fresca.

    — Nesse tipo de projeto, costumo usar muito samambaias, pelo de urso, columeias e árvores como lofanteras, que produzem sombreado, mas sem ocupar muito espaço — indica Susi.

    A bióloga acrescenta que não se pode esquecer de investir numa boa iluminação, em tecnologia wireless e pontos de energia para carregar o computador portátil e outros equipamentos. E, claro, compor a decoração com móveis que resistam ao tempo, como os de madeira ipê, cumaru, teka e itaúba.

    O quarteto da Ao Cubo Arquitetura seguiu todos os requisitos para criar o jardim que virou sala de reunião numa casa no Humaitá. Debaixo de uma mangueira, numa área de 25 metros quadrados, peças de madeira de demolição integram o cenário juntamente com outras coloridas, repaginadas pelo ateliê Lá na Ladeira.

    — A gente tinha escritório num prédio comercial e observamos que, desde que mudamos para cá, há um ano, os clientes preferem se reunir aqui — conta a arquiteta Paula Paiva, uma das sócias.

    O escritório verde da La Stampa, especializada em design de estampas, fica no terraço de um prédio na Lagoa. O projeto é do arquiteto Ricardo Campos. O quinto andar é o mais concorrido: revestido de tijolos e decorado com mesa, cadeiras e chaises da loja Mac, tem uma vista inspiradora e já reuniu até 60 profissionais numa convenção.

    Na casa que a turma do 6D Estúdio, outro escritório de design, divide com o arquiteto Tiago Bernardes, no Jardim Botânico, há três opções de espaços abertos: um gramado na frente da propriedade, com direito até a uma pequena pracinha; uma varanda na lateral; e um jardim de inverno nos fundos. Segundo Tola Faria, especialista em marketing e sócio do estúdio, as “pensatas” por lá deram tão certo que hoje eles convidam palestrantes para abordar temas ligados à criação, debatendo com colegas e amigos. Tudo ao ar livre.

    — Num ambiente assim, dá para você passar até cinco horas focado numa reunião sem se sentir cansado — defende Tola. — É tão produtivo que deveria ser adotado por profissionais de qualquer área.

    Copyright © 2013 O Globo S.A.

  • Mãe no home office: dá-se um jeito para tudo

    Confira mais esta matéria exclusiva do GoHome com a mamãe e assessora de imprensa Danielle Sommer. Veja quais são os malabarismos que ela faz para cuidar do David, de quatro meses, e trabalhar.

    Home office e maternidade

    A tarefa não é fácil, mas também não é impossível. Danielle Sommer que o diga. Desde que o David nasceu, há quatro meses, ela se desdobra para cuidar do neném e da carreira. Para tanto, desenvolveu “técnicas” próprias e contou também com o apoio dos clientes e da sócia, Rafaela Salomon, que entendem perfeitamente a situação. Como não é registrada, e sim sócia na assessoria de imprensa, Dani não teve uma licença-maternidade padrão. Então, foi inviável se ausentar por quatro meses. É aí que entra o home office. “A salvação é que grande parte do meu trabalho pode ser feito pelo computador, com ajuda do telefone. Logo na primeira semana após o nascimento do David já comecei a fazer o que era urgente de casa. O meu sofá se transformou no escritório. Não é o adequado, mas eu levava o notebook para o sofá e na frente ficavam o carrinho, cadeirinha e tapetinho de atividades”, comenta. Enquanto o neném fica distraído, Dani aproveita para trabalhar, mas afirma que às vezes dá uma certa culpa por não poder interagir com ele o tempo todo. Porém, ela está ali, sempre ao lado dele. “No começo, enquanto amamentava, não conseguia atender ao telefone ao mesmo tempo e muitas vezes tive que retornar para jornalistas ou clientes um tempo depois”.

    Aprendendo novas técnicas de digitação

    Aprendendo novas técnicas de digitação

    A assessora também conta com uma ajuda extra: a mãe e o marido (que é fotógrafo) têm horários flexíveis e podem ajudar sempre que é preciso. “Muitas vezes minha mãe ficou lá em casa ou fui até a casa dela para poder trabalhar enquanto ela cuidava dele, e eu parava para amamentar, nos dias em que o trabalho estava mais apertado. Quem tem a chance de ter uma babá, sem dúvida, facilita muito o home office”, conta a jornalista. Ela ainda afirma que com um bebê recém-nascido, não tem como adotar horários específicos, então o negócio é ir se adaptando e criando a própria rotina. “Nem sempre conseguimos fazer as coisas na hora que é necessário. Principalmente porque meu filho é um guloso (rsrs), quer mamar de hora em hora e quase não dorme durante o dia. Então, preciso dar muita atenção a ele”. Por isso, Dani costuma adiantar o trabalho à noite, quando o marido já voltou do trabalho, e lida com textos, e-mails, etc., para deixar a pauta do dia seguinte já adiantada. “Assim fico mais livre para fazer trabalhos de última hora ou emergências que surjam”, explica.

    Dani e David (Imagem: Rafael Danielewicz)

    Dani e David (Imagem: Rafael Danielewicz)

    Por ser um trabalho que depende essencialmente do computador e telefone, Dani pretende adotar o home office pela manhã e levar David para o escritório à tarde, no bercinho portátil. Isso até ele completar seis meses; depois, vai para o berçário por meio-período. Durante esta experiência intensa de mãe recente e home officer, Dani se esquematizou da seguinte forma: em reuniões, leva o neném e a mãe junto. “Já fomos os três: eu, minha mãe e o David, tanto em reuniões no meu escritório como em clientes. Daí eles ficam na sala de espera e antes ou depois da reunião eu amamento (porque não dá tempo de sair sozinha, com o trânsito, ir para a reunião e voltar, porque o espaço entre as mamadas dele é muito curto)”, conta Dani. Os clientes compreendem a situação e alguns até brincam quando ligam: “pode falar ou está amamentando?” Quando não podia atender, Dani mandava uma mensagem para o cliente dizendo que estava amamentando e já retornava. “No começo tinha receio de fazer ligações com medo que ele chorasse no meio, mas agora ligo e atendo e se ele começa a chorar, peço desculpas e explico que estou com bebê pequeno, trabalhando de casa. Acho que todo mundo entende e sabe que nem sempre é fácil conciliar a carreira com a vida de mãe”, finaliza.

    Grande exemplo, Dani! Super mãe, com jogo de cintura, e profissional. Mais uma inspiração para as mães em home office. Go Mães!

  • 10 dicas sobre o que fazer e não fazer no home office

    Acompanhe as dicas para ter um home office de sucesso:

    As 5 dicas de Sucesso

    1. Analise se você tem o perfil para trabalhar em casa:
    Antes de migrar seu trabalho para o home office, faça uma auto-análise para saber se você é disciplinado, auto-motivado e consegue trabalhar sem a convivência de colegas. Não é todo mundo que consegue trabalhar em casa.

    2. Evite improvisos:
    Possua o equipamento essencial para desenvolver seu trabalho e o mobiliário adequado, com móveis ergonômicos e profissionais.

    3. Mostre que você é PRO:
    Como ainda existe um certo preconceito, quem trabalha em casa tem que provar em dobro que é profissional. Vista-se para trabalhar (nada de pijamas), evite locais da casa com ruídos domésticos (cães latindo ou bebês chorando) e sempre se refira ao seu home office como um escritório.

    4. Não seja prisioneiro do seu próprio home office:
    Para quem trabalha home office em período integral, é importante se manter atualizado e em contato com outras pessoas. Inscreva-se em cursos, assista palestras e marque almoços com colegas da profissão.

    5. Filhos no home office? Sem problemas!
    O home office permite que você fique mais perto dos seus filhos, mas isso não quer dizer que você vai conseguir trabalhar com crianças brincando dentro do seu escritório. Estabeleça limites, feche portas e contrate uma babá. Caso contrário, não vai conseguir se concentrar ou se comunicar de forma eficaz com seus clientes ou colegas.

    Screen Shot 2013-03-20 at 14.54.33

    As 5 dicas de Insucesso:

    1. Falta de disciplina:
    Trabalhar em casa é uma prova diária de disciplina. As distrações em casa são muitas. Se o home officer não for disciplinado, vai atacar a geladeira, tirar uma soneca de 3 horas após o almoço ou passar a tarde assistindo TV.

    2. Falta de organização:
    É necessário organizar o tempo e também o espaço físico do escritório em casa. Sem organização de tempo, a gente acaba trabalhando de menos ou de mais. E se o home office estiver cheio de entulho, a bagunça acaba contaminando o resto da casa e derrubando a saudável barreira entre a vida pessoal e profissional.

    3. Não ser compromissado:
    Se você trabalha em casa como empresário ou de carteira assinada, não tem ninguém ao seu lado para te cobrar prazos e resultados. Por isso o home officer deve ter auto-gerenciamento e auto-motivação para entregar as tarefas no prazo e com qualidade.

    4. Escolher qualquer lugar da casa para o home office:
    Se você trabalhar na cozinha ou no quarto não vai conseguir ficar afastado do cotidiano doméstico e aproveitar todo o potencial de concentração que o home office pode proporcionar.

    5. Não separar a vida pessoal da profissional:
    Esta é a receita para estragar tanto a vida como a carreira. Enquanto estiver no home office, procure não se distrair com tarefas domésticas ou as demandas dos filhos. Da mesma forma, nos momentos em que estiver com a família, tente não ficar checando seus e-mails ou atendendo telefonemas relacionados ao trabalho.

  • Cuidado com esquemas de dinheiro fácil e rápido

    O GoHome sempre alertou sobre estes esquemas de “ganhe muito dinheiro trabalhando em casa”. Nessas horas, vale o ditado: “quando a esmola é muita, o santo desconfia”. Então acompanhe esta matéria da Folha de S. Paulo alertando sobre o assunto:

    A promessa era enriquecimento rápido. Mas, em vez disso, o estudante de administração Gustavo Warmling, 23, teve prejuízo de R$ 2.000 depois de se cadastrar como vendedor de uma suposta empresa no ano passado.

    “Eles não me falaram do que se tratava até eu chegar a uma reunião que apresentava o negócio”, diz.

    Certas ofertas de trabalho -como “ganhe dinheiro sem sair de casa” ou “pergunte-me como ficar rico”- são comuns especialmente via internet e inspiram cuidados, segundo especialistas consultados pela Folha.

    Muitas delas podem mascarar esquemas conhecidos como pirâmides, que são ilegais.

    A estratégia dessas supostas empresas consiste em seduzir novos colaboradores com propostas para revenda de produtos ou serviços que trariam muito dinheiro em pouco tempo.

    Pela estrutura do negócio, são recrutados constantemente novos colaboradores, que pagam taxas de adesão que podem superar R$ 500. Com isso, a empresa fatura milhões antes que qualquer produto seja vendido.

    Essa prática é diferente da venda direta, destaca o professor Marcelo Pontes, líder da área acadêmica de marketing, pesquisa e economia da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing).

    A venda direta é um modelo tradicional, que consiste na comercialização de produtos porta a porta, sem um ponto comercial fixo, diz.

    Isso está dentro da lei e não representa engodo. “Além disso, o negócio também dá a possibilidade de trabalhar em horários flexíveis e a chance de aumentar a remuneração conforme a dedicação pessoal”, acrescenta Roberta Kuruzo, diretora executiva da ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas).

    Uma das principais diferenças é que, na venda direta, ganha-se comissão pela venda de produtos, enquanto, na pirâmide, ela é paga quase exclusivamente pela adesão de novos vendedores.

    De acordo com Kuruzo, a prática de pirâmide vai contra as regras de ética e conduta da associação de venda direta e nenhuma empresa deve cobrar taxas de adesão.

    No site da ABEVD (www.abevd.org.br), é possível fazer denúncias contra as empresas associadas, caso façam esse tipo de exigência.

    PREJUÍZO

    O estudante Warmling diz que o processo todo das empresas-pirâmides é misterioso e sedutor. “Mostram vídeos de pessoas que enriqueceram. Fiquei tão empolgado que paguei pela adesão.”

    Só depois percebeu que havia caído em um golpe. “Era obrigatória a indicação de novos membros e a compra de no mínimo R$ 500 em produtos por mês para receber a comissão pelas indicações”, afirma.

    13076409

  • São Paulo perde até R$336 milhões com alagamentos

    Em matéria publicada hoje (15.15.13) no Estadão, fica claro como São Paulo perde em rendimento (não só produtividade, mas financeiro mesmo) com enchentes. Cada ponto de alagamento na capital representa uma perda econômica média de R$ 1 milhão para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. E isso significa uma perda de mais de R$ 700 milhões por ano para todo o País. O cálculo foi feito pelo estudo “Economic Impacts of Natural Disasters in Megacities: The Case of Floods in São Paulo, Brazil“, que aguarda publicação na revista Habitat International que teve uma versão divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus).

    Screen Shot 2013-03-15 at 15.13.02

    Professor titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP) e autor da pesquisa, Eduardo Amaral Haddad usou dados do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), da Prefeitura de São Paulo, para identificar 749 pontos de alagamento que ocorreram ao longo de 2008. A partir disso, ele mapeou as empresas localizadas entre 50 e 200 metros do alagamento, que são afetadas de diferentes formas.

    Os impactos, comenta Haddad à Agência Estado, são variados. “Se o alagamento é de manhã, as pessoas não chegam para o trabalho. Ou quando (os trabalhadores) já começam a perceber que vai alagar, antecipam a volta para casa”. Além do mais, continua o economista, “os clientes não chegam, as entregas não saem. A cadeia de valor é interrompida”. Segundo ele, além do impacto direto na firma, o estudo tentou entender as consequências no restante das cadeias de valor. “Elas (as empresas afetadas) são fornecedoras e consumidoras de outras firmas na cidade e no País”, conclui.

    Multiplicando a perda média por ponto de alagamento pelo total mapeado em 2008 pela CGE, a pesquisa de Haddad, que contou com a coautoria da mestranda em Teoria Econômica Eliane Teixeira, chegou a um prejuízo de R$ 250 milhões em termos de Produto Interno Bruto (PIB) do município, em 2008. Fazendo uma projeção para este ano, mantendo os mesmos pontos de alagamento, o economista calcula uma perda R$ 336 milhões, só para o município.

    Interdependência

    De acordo com o professor Eduardo Amaral Haddad, foi possível estimar também os efeitos que as recorrentes enchentes na capital paulista em escala nacional. Isso porque, conforme consta numa versão do artigo para discussão publicada nesta sexta-feira no Nereus, “a cidade de São Paulo está diretamente envolvida em 14,1% em todo o fluxo comercial do País“.

    Dessa forma, o Produto Interno Bruto (PIB) do País deixou de acumular, por interrupções das cadeias produtivas de empresas paulistanas ocasionadas pelos alagamentos, só em 2008, R$ 560 milhões. Projetando para 2013, caso os mesmos pontos de alagamento sejam registrados, o estudo fala em perdas de R$ 762 milhões. “O estudo mostra que (o alagamento) é um fenômeno local. Mas ele impacta toda a cadeia produtiva, todo o País”, resume Haddad.

    —————————–

    Para evitar tantas perdas, que tal as empresas começarem a adotar o trabalho remoto como alternativa? A gente sabe que infelizmente os alagamentos vão continuar e sua solução não é fácil nem rápida. Então, mais home office!

  • As 10 profissões mais bem pagas em home office segundo a Forbes

    Independente da geração à qual pertença, muitos profissionais almejam trabalhar em casa. Os baby boomers esperam receber o mesmo salário evitando o estresse do escritório. A Geração X busca flexibilidade para cuidar dos filhos ou pais que estão envelhecendo. E o mais jovens (Geração Y em diante), estão atraídos pelo modelo “free agency” mais do que nunca.

    Forbes

    Empresas do segmento de tecnologia, saúde e criatividade, cada vez mais se adaptam a esta nova realidade e trabalham com colaboradores home-based. Hoje, físicos e radiologistas trabalham perfeitamente de casa – até melhor do que no escritório tradicional, cheio de distrações. Segundo a Forbes (e U.S. Bureau of Labor Statistics/BLS), estima-se que um físico, por exemplo, receba cerca de US$1.975,00 por semana, tornando-se uma profissão cujo ganho está na casa dos 6 dígitos. Veja outros exemplos na matéria completa neste link.

    A Forbes pesquisou quais são as 10 profissões mais bem pagas em home office (EUA) e eis a listagem (eles não colocaram em ordem crescente):

    1. Físicos e Radiologistas: US$1.975,00 média de ganho semanal
    2. Engenheiro de Software/Computação: US$1.549,00/semana
    3. Gerente Financeiro: US$1.227,00/semana
    4. Professores Pós-secundários: US$1.166,00/semana
    5. Pesquisadores de Mercado: US$1.162,00/semana
    6. Enfermeiras registradas: US$1.055,00/semana
    7. Especialista em Relações Públicas: US$1.126,00/semana
    8. Escritores e Autores: US$987,00/semana
    9. Contadores (analista de impostos): US$1.061,00
    10. Designer Gráfico: US$890,00

  • Para rir (ou para chorar…)

    Cartoon3

  • Como reduzir e otimizar reuniões

    Enquanto você está lendo este texto, centenas de milhares de pessoas estão tomando decisões erradas em salas de reunião pelo mundo. É o que diz a pesquisa de Andreas Mojzisch e Stefan Schulz-Hardt de 2010. A experiência demonstrou que 90% das pessoas em uma reunião expressam suas primeiras impressões, mesmo que não saibam do que estão falando. E sua opinião acaba influenciando as pessoas mais competentes – e portanto mais aptas a tomar uma decisão correta – desviando o rumo da decisão para o lado errado. Isso ocorre por uma acomodação e uma tendência que temos em buscar aceitação. Portanto, quando o grupo sabe de antemão qual é a tendência geral de decisão, prefere acomodar-se e sincronizar as opiniões.

    Para agilizar e otimizar reuniões, permita que seus participantes analisem os tópicos a serem discutidos e busquem suas próprias conclusões antes de entrar na sala de reuniões e ouvirem o que os outros têm a dizer.

    meeting-room-interior-decor-in-dentsu-london-office--920x611

    Extraído e traduzido do livro “100 Things Every Designer Needs to Know About People” de Susan M. Weinschenk.

Back to top