janeiro, 2012

  • Fique ligado com as promessas de "renda extra trabalhando em casa"

    Meu irmão sempre disse que o único lugar onde “dinheiro” vem antes de “trabalho”, é no dicionário (bem, e talvez em Brasília). Mas o fato é que concordamos 100% com esta afirmação.

    Percebemos que muita gente procura no blog uma fórmula mágica para enriquecer sem sair de casa. E onde tem demanda, tem oferta. Diversos esquemas na internet oferecem trabalhos de envelopamento, mala direta, renda extra, etc., para serem feitos de casa. Muito cuidado nesta hora!

    Já postamos aqui no blog algumas dicas de como se prevenir dos golpistas. Então lá vai mais uma dica para não entregar seu suado dinheirinho na mão de um malandro:

    Acesse o site do Reclame Aqui, escreva o nome da empresa e analise os depoimentos de quem já trabalhou com a empresa. Simples e eficaz.


  • Fique ligado com as promessas de “renda extra trabalhando em casa”

    Meu irmão sempre disse que o único lugar onde “dinheiro” vem antes de “trabalho”, é no dicionário (bem, e talvez em Brasília). Mas o fato é que concordamos 100% com esta afirmação.

    Percebemos que muita gente procura no blog uma fórmula mágica para enriquecer sem sair de casa. E onde tem demanda, tem oferta. Diversos esquemas na internet oferecem trabalhos de envelopamento, mala direta, renda extra, etc., para serem feitos de casa. Muito cuidado nesta hora!

    Já postamos aqui no blog algumas dicas de como se prevenir dos golpistas. Então lá vai mais uma dica para não entregar seu suado dinheirinho na mão de um malandro:

    Acesse o site do Reclame Aqui, escreva o nome da empresa e analise os depoimentos de quem já trabalhou com a empresa. Simples e eficaz.


  • "Entre Aspas" na Globo News: a nova CLT

    O novo artigo da CLT resolve a questão entre o que deve ser pago como hora extra para teletrabalhadores? Ou engessa os processos atuais de trabalho, onde não existe fronteira definida entre vida profissional e pessoal?

    O programa “Entre Aspas”, mediado pela jornalista Mônica Waldvogel discutiu estas e outras questões. Para isso, contou com a presença do professor de direito Nelson Mannrich e o juiz do trabalho Marcio Granconato para discutir o tema “O impacto da tecnologia digital nos direitos trabalhistas

    O vídeo é uma fonte excelente para quem quer aprender sobre o tema.

    Via Mauricio Brik

  • "O isolamento é essencial para o desenhista", diz Benett sobre o home office

    Na edição de dezembro da revista Top View foi publicada uma matéria com o cartunista Benett. O interessante foi saber que, como muitos outros profissionais, os desenhistas também precisam se concentrar e nada melhor para isso do que o silêncio do home office. Aquela bagunça de redação é muito divertida, mas pouco producente. Confira o trecho:

    P: Você hoje trabalha em casa. Isso foi uma opção pessoal? Quais as vantagens?

    R: Trabalhei 10 anos na redação do jornal. Mas não tinha meu próprio estúdio. Agora tenho e isso dá uma diferença enorme, o isolamento é essencial para o desenhista. Você perguntou sobre música, mas hoje em dia estou gostando mais de desenhar em silêncio. Eu conseguiria, se não fosse o cachorro da vizinha. Trabalhar em casa te livra da convivência com as pessoas, o que é fundamental. Manter-se afastado da humanidade faz bem para meu organismo. Pessoas em excesso fazem mal à saúde.

    Benett ironiza, mas cachorro da vizinha faz parte do pacote! hehe

    Você pode acompanhar mais detalhes desta entrevista neste link, no post do dia 21/12/2011.

  • Profissionais do home office entregam resultados semelhantes aos que ficam na empresa

    Mais dados sobre home office, bem fresquinhos! Esta é uma matéria do Administradores – enviada por Sara Batista – que revela dados interessantes sobre o sistema home office adotado nas empresas. A pesquisa foi feita pela consultoria especializada em recrutamento para média e alta gerência, Hays Recruiting. Confira:

    - 69,3% das empresas consultadas afirmam que os profissionais que trabalham em sistema home office entregam resultados semelhantes aos que ficam sediados na empresa

    - 31,2% das empresas já adotam o sistema home office, sendo que garantir a retenção de talentos e oferecer melhor qualidade de vida aos funcionários são os motivos mais citados (72,7%)

    - além da retenção, o home office também é adotado como solução para limitação física (60,3%) e pelo alcance de metas de sustentabilidade (19,8%)

    - o trabalho em sistema home office é mais adotado por profissionais que ocupam a posição de gerente (78,4%) e coordenadores (56,7%). Diretores e analistas também adotam a prática, porém, em menor proporção: 48,5% e 44,8%, respectivamente

    - sobre os setores, o estudo aponta que o trabalho em casa já é percebido em segmentos como serviços (22,9%), bens de consumo (13,7%), farmacêutico (9,7%) e telecomunicações (5,7%)

    - quando considerado o tipo de empresa onde este sistema trabalho é adotado, percebe-se que as multinacionais, por já possuírem essa cultura, demonstram maior aceitação em adotar o modelo de home office

    “Áreas que não têm dependência com outros setores de negócio da empresa conseguem atuar melhor fora do escritório, como é o caso dos profissionais de venda. Isso acontece porque eles possuem metas tangíveis e precisam atingi-las para apresentar resultados à empresa (…) É uma tendência do mercado nacional que também pode ser oferecida ao profissional como forma de benefício”, analisa o gerente da Hays em São Paulo, André Magro.

  • Espaços de trabalho para se inspirar

    Muito bacana este Tumblr com várias imagens de espaços de trabalho: vai desde o agricultor até o artista, passando por muitos home offices! Inspire-se:

  • Calcule quanto sua empresa economiza com teletrabalho

    Encontrei esta calculadora que simula a economia anual que sua empresa faria se enviasse parte de seus funcionários para trabalhar de forma remota. A calculadora é em inglês, e os valores em US$. Mas é fácil perceber que a economia é enorme.

    Basta colocar o número total de funcionários da sua empresa no campo 1, e a quantidade de pessoas que trabalharão de casa no campo 2.

    O campo 3 trabalha com um dado pré-fixado com a média de pessoas dentro das empresas que desejam trabalhar de casa, de acordo com pesquisa realizada pela World at Work. Mas para simular o ganho total de forma mais simplificada, basta digitar “100″ no campo 3.

    O custo da gasolina economizada é calculado seguindo o preço do combustível lá fora (que é bem mais barato que o nosso). Mas os resultados são impressionantes.

  • Alteração na CLT: teletrabalhadores têm os direitos garantidos

    Mais uma conquista no mundo do home office!

    A Câmara dos Deputados aprovou uma alteração na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) que garante aos trabalhadores remotos os mesmos direitos dos trabalhadores que exercem seu trabalho dentro da empresa. A lei número 12.551 já passou pelos deputados e agora só aguarda a assinatura da presidente Dilma.

    Esta é uma grande conquista para as empresas e funcionários, que agora podem contar com a vantagem de trabalhar em casa com a segurança dos direitos trabalhistas. Com isso, podem surgir inclusive novos postos de trabalho, uma vez que a empresa pode ampliar seu quadro de funcionários sem ter que investir em novos imóveis, ampliações, etc.

    Em matéria do SBT Brasil, citam o caso do call center da GOL, cujos funcionários deste departamento trabalham em home office, o que levou a empresa a reduzir seus custos em 30%, além de aumentar a satisfação dos clientes atendidos e a motivação dos funcionários. Acompanhe a matéria aqui.

    O Jornal Nacional também correu atrás do assunto e divulgou informações interessantes, como: “o funcionário que trabalha longe do escritório e é registrado tem os mesmos direitos dos outros, como hora extra, adicional noturno e assistência em caso de acidente de trabalho. O controle das horas e a supervisão do trabalho podem ser feitos por meios eletrônicos, como, por exemplo, leitor de impressão digital”. Esta matéria nos foi enviada pela @sara_batista, seguidora do @gohomeoffice no Twitter. Anderson Costa, parceiro da Movebla, também abordou o assunto, saiba mais aqui.

    E vamos continuar acompanhando as novidades nesta área e compartilhando com vocês aqui, no Go Home! Se você também souber de alguma notícia sobre home office, compartilhe conosco! ;)

    Imagem via Allyou.

  • Metade dos empregos dura menos de dois anos

    Uma das frases me chamou a atenção no artigo anterior, sobre a matéria da Valéria França, no Estadão:

    “Segundo pesquisa feita pelo sociólogo Roberto Gonzalez, da Universidade de Brasília (UnB), quatro em cada dez trabalhadores com carteira assinada perdem o emprego todos os anos. E metade dos empregos dura menos de dois anos.”

    Este é um dado impressionante, que reforça a necessidade de quebrar o paradigma do emprego estável e vitalício.

    Para quem quiser saber mais sobre a pesquisa, segue o link.

    E para ler mais sobre o assunto, recomendo Daniel Pink (“Free Agent Nation: The Future of Working for Yourself“) e Tom Peters (“Talent” da “The Essencial Series”), ambos em inglês.


  • Home office vs. Condomínio

    Depois do cachorro que late, das latarias amassadas nas garagens e dos festeiros barulhentos, é a vez do home office aparecer na pauta de discussões na reunião do condomínio.

    A jornalista Valéria França, do Estadão, escreveu sobre os conflitos que surgem quando o home office está dentro de um edifício ou condomínio: aumento de visitas externas, super-utilização dos serviços ou espaços comuns, e soluções encontradas por novos empreendimentos. Confira a matéria abaixo.

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    Home office é o novo desafio dos condomínios
    Como cada vez mais gente trabalha no apartamento onde vive, o entra e sai de clientes e uso de porteiro viram temas de assembleia

    Uma nova questão passou a fazer parte do cotidiano – e das brigas – dos condomínios paulistanos. Cada vez mais profissionais liberais e pequenos empreendedores transformam o apartamento onde moram em escritório. O chamado home office, em muitos casos, altera a rotina interna dos condomínios e começa a levantar questionamentos sobre os limites e a pertinência de atividades comerciais em prédios residenciais.

    “Os problemas mais comuns dos condomínios sempre foram cachorro, garagem e barulho. Agora, a essa lista incorporamos o home office”, diz o advogado Márcio Rachkorsky, consultor jurídico de mais de 400 condomínios em São Paulo. “Os hábitos dos paulistanos mudaram. E os prédios terão de aprender a lidar com a nova realidade.”

    Geralmente quem trabalha em casa não anuncia isso pelos corredores do prédio. Mas os vizinhos percebem, principalmente se o movimento no apartamento é maior do que em outras unidades. Alguns recebem clientes, outros mercadorias num volume maior. “As reclamações surgem porque são moradores que usam mais determinados serviços, como o porteiro e os mensageiros, e pagam a taxa administrativa padrão”, diz Rachkorsky.

    Formado em Arquitetura, Henrique Carvalho, de 31 anos, é um dos adeptos ao home office. Há três meses, ele deixou o emprego em um museu e começou a trabalhar no apartamento onde mora no Jabaquara, na zona sul da capital. Trata-se de um prédio pequeno de seis andares, com média de quatro unidades por pavimento.

    Segurança. “Eu trabalho sozinho. Às vezes, no entanto, faço reuniões no meu apartamento”, explica. Ele garante que o entra e sai de colaboradores e clientes não é grande. Mesmo assim, já há quem reclame do movimento. “Não recebo mais visitas do que um apartamento onde moram adolescentes, que vivem recebendo a galera”, justifica.

    Angélica Arbex, gerente da Lello Condomínios- empresa que administra 1.200 prédios -, concorda com o argumento de Carvalho, mas lembra que o problema não é exatamente o volume de pessoas. “Quando o profissional começa a receber clientes em casa, o que entra em jogo é a segurança do prédio. Nem o morador em questão tem como garantir quem está entrando.”

    Novos tempos. Segundo pesquisa feita pelo sociólogo Roberto Gonzalez, da Universidade de Brasília (UnB), quatro em cada dez trabalhadores com carteira assinada perdem o emprego todos os anos. E metade dos empregos dura menos de dois anos.

    O setor imobiliário já assimilou a tendência. Além da churrasqueira, do espaço gourmet, da academia e do espaço para animais, os novos empreendimentos costumam ser projetados com escritórios na área comum dos edifícios. São locais equipados com mesas, wireless e sofás – que podem ser alugados pelos moradores para eventuais reuniões de trabalho. “Prédios antigos também estão discutindo a transformação de parte da área comum em escritório”, diz Angélica. “É uma maneira de assimilar as novas necessidades dos moradores. Além disso, o escritório comunitário, nos dias de hoje, valorizam o empreendimento.”

    Esse é o projeto de um edifício residencial no Paraíso, zona sul de São Paulo, construído há 28 anos. Dos 13 apartamentos, três pertencem a moradores que trabalham em casa. Entre eles está o do síndico, Oscar Spessoto, de 70 anos, executivo de multinacional aposentado que hoje atua como consultor.

    “Não atendo cliente em casa. Minhas reuniões são marcadas em cafés ou nas empresas que contratam meus serviços”, diz o síndico, que tenta dar o exemplo. “Mas um escritório comunitário, em uma cidade com trânsito caótico como São Paulo, faz todo o sentido.”

    No térreo do prédio, há uma parte do hall reservada a assembleias do condomínio. Síndico e conselho estudam a possibilidade de transformá-la em home office. “Prédios antigos têm apartamentos mais espaçosos que os novos, mas são pobres em infraestrutura”, diz Spessoto. “Assim como os moradores, as construções antigas também têm de se adaptar aos novos tempos.”

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    via Leonardo Michelena


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