junho, 2008

  • Home-offices pré-fabricados

    Sonho de consumo: empresas que – em alguns dias – erguem um home-office (super bacana) no seu quintal. Posso estar desinformado, mas não sei de nenhuma empresa no Brasil que comercializa este tipo de produto (se alguém souber de algo, por favor avise!). E atenção fabricantes brasileiros: este é um segmento bastante promissor. Seguem alguns sites que valem a pena serem visitados!

    • Flujohome

    • Shedworking

    • Cabanavillage

    Seguem aqui algumas imagens de idéias bacanas tiradas do site Shedworking. Observe que as duas últimas imagens são de um antigo vagão de trem reformado, colocado no jardim e transformado em escritório. No mínimo, criativo!

    Estilo cabana

    O vagão no meio do quintal

    E o escritório dentro do vagão

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    Voltar para o Home Sweet Home Office

  • Síndrome de Jaques (colaboração Rubens Pimentel)

    No artigo anterior a este falamos a respeito dos incômodos relacionados ao trabalho em regime de home-office. O cuidado para evitar tais incômodos está em como arranjamos nosso espaço de trabalho e o acordo que fazemos com nossos queridos bichos de estimação. Fundamental para conquistarmos a paz e tranqüilidade que tanto sonhamos.

    O trabalho a partir de casa é uma tendência mundial e recentemente na edição de maio da Revista Super Interessante uma matéria sobre ócio e produtividade aponta que 40% dos funcionários da IBM não têm mesa fixa e na Best Buy a produtividade aumentou 35% depois que metade dos 4 mil funcionários passou a ser avaliada por tarefas realizadas e não pela presença na empresa.

    De fato esta tendência mostra que a maioria de nós ira tomar o caminho de volta pra casa, não para se aposentar, mas para trabalhar, e aos desavisados informo, sem planejamento você apenas irá conseguir trabalhar muito mais.

    Aproveitando nossa experiência em mandar todos para trabalharem de casa vamos ao alerta desta edição: cuidado para não se transformar no JAQUES. Leia mais…

  • FAQ sobre teletrabalho

    Texto muito interessante extraído do site da Sobratt (Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades) com perguntas e respostas sobre o assunto.
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    Com a finalidade de melhor esclarecer as dúvidas sobre teletrabalho, Mello (2000) traduziu algumas das perguntas mais freqüentes respondidas por Gil Gordon, especialista americano que presta consultoria em Teletrabalho desde 1982.

    A. Administração e Informações Gerais

    (1) Quais são as preocupações com a segurança e confidencialidade relativas ao teletrabalho?

    Certas organizações – como bancos e outras instituições financeiras, órgãos governamentais e empreiteiras – precisam se preocupar com esta questão muito mais do que a maioria das empresas. Existem os seguintes aspectos que devem ser levados em consideração:

    Se os funcionários podem sair de suas empresas levando relatórios, desenhos, disquetes, arquivos etc., em seus bolsos ou pastas (como quase sempre fazem), então, não é correto dizer que o teletrabalho representa um risco de segurança novo e diferente.
    Há uma série de soluções em termos de “hardware” e “software” para manter a segurança dos materiais e informações da empresa que estão sendo trabalhados à distância. Elas não são totalmente seguras, pois nada é seguro. Contudo, são barreiras razoáveis e prudentes aos acessos não permitidos.

    Se você selecionar as pessoas certas para serem teletrabalhadores e (se necessário) fornecer a elas um arquivo de pastas com chave para sua casa, orientá-las sobre suas responsabilidades em manter as informações confidenciais e protegidas, você montou um razoável esquema de segurança.

    Existem algumas tarefas (todavia, menos do que a maioria dos gerentes imagina) que, provavelmente, não devem ser executadas à distância, não importando quantas medidas preventivas sejam adotadas. Mesmo que você possua um esquema de segurança funcionando, a cúpula da empresa pode simplesmente não se sentir segura em ter o trabalho realizado longe do escritório central. Se este for o caso, então é geralmente melhor executar as tarefas dentro da própria empresa.

    (2) Como o teletrabalho se encaixa em outras formas de local de trabalho flexível?

    Não é por acaso que muitas empresas que utilizam o teletrabalho também estão tornando disponíveis opções como compartilhamento de tarefas (“job-sharing”), meio expediente, (“part-time work”) semanas reduzidas de trabalho, (“compressed work weeks”) horário flexível (“flextime”) etc . Todas elas têm em comum a idéia de que a flexibilidade apropriada é adequada tanto para a empresa, como para os funcionários. Em geral, as empresas que estão estruturadas na rotina 9:00 às 17:00, onde todo funcionário deve trabalhar período integral e ser ‘normal’, estão caminhando para a desatualização – e, também, perdendo uma boa oportunidade para atrair e reter profissionais de alto nível que precisam de mais flexibilidade para o desempenho da sua atividade profissional.

    (3) Qual é a diferença entre “Telecommuting” e “Telework”?

    Isto tem sido assunto de inúmeros debates, artigos e material acadêmico – e, que na opinião de Gil Gordon, a diferença é mínima. O termo “Telework” tende a ser mais utilizado na Europa, enquanto que teletrabalho é mais usado nos Estados Unidos. Algumas pessoas preferem a palavra “Telework” porque é uma descrição mais exata do conceito – o prefixo “tele” significa “distância”, portanto, “Telework” significa “trabalhar à distância”. Os defensores do “Telework” também acreditam que teletrabalho possui uma conotação muito forte sobre o aspecto de “Commuting” e o “Telework” é um termo mais abrangente e inclusivo. Deve-se, no entanto, evitar esta discussão, seja lá como se deseja chamá-lo, pois o conceito latente é o mesmo: descentralizar o escritório e utilizar formas diferentes para levar o trabalho aos funcionários. Não faz muita diferença como você o chama – desde que o pratique adequadamente.
    Leia mais…

  • Estadão: 10,6 milhões de teletrabalhadores no Brasil

    No Estadão de hoje, um artigo sobre o teletrabalho: uma solução para enfrentar a insustentabilidade do trânsito em cidades como São Paulo.
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    Empresa estimula funcionários a trabalhar em casa
    País já tem 10,6 mi de teletrabalhadores; especialistas aprovam a medida para SP e sugerem aval do governo

    por Naiana Oscar

    Há quem tenha encontrado uma forma de fugir dos congestionamentos de São Paulo: simplesmente não os enfrentam mais. Por iniciativa própria ou incentivados pelas empresas, muitos paulistanos têm optado por trabalhar em casa.

    Pesquisa realizada neste ano pela ONG Market Analysis, com 345 trabalhadores em nove capitais, incluindo São Paulo, mostra que o serviço virtual já é adotado por 23% dos funcionários do setor privado. As microempresas são as que mais se utilizam do teletrabalho. Já são 10,6 milhões de teletrabalhadores no País – em 2001, eram apenas 500 mil.

    E isso também resulta em produtividade. Segundo um estudo da Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos, a cidade perde por ano R$ 4,1 bilhões com congestionamentos e o paulistano poderia converter em renda 30% do tempo que perde para se deslocar até o escritório. Pelo menos cinco empresas com sede na capital investem em teletrabalho. Entre elas está a IBM. Há cinco anos, a multinacional passou a estimular os funcionários a trabalhar em casa.

    Mesa, cadeira, laptop, telefone, banda larga, tudo é reembolsado pela empresa. “O local físico é o que menos importa. Se para ele é melhor, por causa do trânsito e da família, oferecemos essa possibilidade. Sempre com base na confiança e na responsabilidade”, diz a gerente de Recursos Humanos da IBM Brasil, Fabiana Galetol. Apesar dos incentivos, nem todo mundo teve coragem de se aventurar de imediato pelo mundo do home-office. “A cultura do relacionamento gerencial, da presença na empresa, ainda é muito forte.” Leia mais…

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